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Assembleias podem definir paralisação em hospitais

A falta de responsabilidade com os trabalhadores é um dos motivos para a realização dos encontros

Por Redação Engeplus

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Foto: Divulgação

O Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde de Criciúma e Região (Sindisaúde) realiza nesta terça e quarta-feira assembleias nos hospitais Materno Infantil Santa Catarina, Casa de Saúde do Rio Maina e Hospital São Marcos de Nova Veneza para debater as condições de trabalho podendo resultar em paralisação.

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Conforme o presidente do Sindisaúde, Cleber Ricardo Cândido, a falta de responsabilidade com os trabalhadores é um dos motivos para a realização dos encontros. Segundo ele, vai desde o atraso dos salários, ao não repasse dos direitos trabalhistas como FGTS, INSS e das verbas como adicional noturno e pagamento da hora-extra-habitual.

“No Santa Catarina a gestão está faltando com o respeito com a sociedade e os trabalhadores e permanecem na administração do hospital, pois venceram a licitação. Fizemos um acordo com a prefeitura ainda no mês de março para participarmos do processo de elaboração no edital para a contratação da nova empresa e cobrei o documento na secretaria da saúde que alegaram ainda não estar elaborado, no entanto dias depois eles publicaram o edital sem que pudéssemos sugerir”, critica Cleber. Para o sindicalista, os trabalhadores estão cansados e não confiam mais em uma instituição que não tem mais credibilidade e, sem o cumprimento dos direitos a greve poderá ser deflagrada.

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No dia 26, às 19 horas, a assembleia é no Hospital Santa Catarina e, no dia 27, às 12 horas, na Casa de Saúde Rio Maina e às 13 horas, no São Marcos em Nova Veneza.

Colaboração: Maristela Benedet / Assessoria de Imprensa Sindisaúde

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