Voluntariado
Associação Unidos Contra o Câncer busca por voluntários
Para continuar com atendimentos efetivos a administração da associação busca voluntários
Por Redação Engeplus
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A descoberta de um câncer é momento difícil na vida de qualquer pessoa. Nessa hora, o importante é dar suporte, estar junto. Os tratamentos costumam ser invasivos e a vontade de querer vencer a doença precisa estar acima de tudo. Mas, nem sempre isso é possível. A notícia muda drasticamente a rotina da pessoa doente, de seus amigos e familiares.
“Ninguém está preparado para enfrentar um câncer. E o pior, a gente sempre acha que isso só acontece com os outros, nunca com a gente”, relata a presidente da Associação Unidos Contra o Câncer, de Criciúma, Gisele Pereira. Como os tratamentos são demorados e, muitas vezes, trazem efeitos colaterais diversos, no meio do caminho é comum querer desistir e é nessa hora que entram, além da família e dos amigos, psicólogos e assistentes sociais ou simplesmente pessoas que queiram ajudar.
O trabalho da Associação Unidos Contra o Câncer tem sido importante para diversas famílias da região. “Hoje damos suporte para pelo menos 30 famílias”, conta a assistente social da associação, Leila Ferrari. “Essas famílias buscam na associação forças para seguir com o tratamento”, completa.
De acordo com o diretor administrativo da casa, é difícil manter os atendimentos com os profissionais da área da saúde, principalmente da psicologia. “Hoje eu tenho apenas uma psicóloga na casa, ela é contratada da associação. Como mantemos as nossas atividades com a ajuda de doações, e não temos fins lucrativos, é difícil cobrir as despesas dela”, relata Guilherme Zapelini.
A maior dificuldade hoje é a busca de profissionais que estejam dispostos a contribuir com o crescimento do trabalho; Além do suporte psicológico, a atenção jurídica e nutricional é fundamental. “Já temos um advogado atuando de forma voluntária na associação, mas, estamos em busca de novos profissionais”, enfatiza Zappelini. “Buscamos pessoas que queiram contribuir com as famílias atendidas pela casa”, destaca o administrador.
O advogado Marco Antônio Zappelini é um dos voluntários da associação, ela atua no suporte jurídico aos pacientes e familiares atendidos na casa. “As pessoas doentes têm muitos direitos, são vários os benefícios. Meu papel, junto à assistente social, é facilitar o acesso a esses benefícios. É papel do advogado dar suporte para as famílias, para que esse momento de dificuldade, seja menos doloroso”, diz o advogado.
Colaboração: Ioton Neto/Comunicação Associação Unidos Contra o Câncer



