Santa Catarina
Atendimento ameaçado no SAMU
Preocupados com a transição na gestão, funcionários podem entrar em greve
Por Redação Engeplus
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Continua o impasse na situação dos trabalhadores do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU). O diretor do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Saúde (Sindisaúde), Cleber Cândido, explica que encerrou no último dia 19, o contrato de gestão das unidades com a Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM).
Sobre o impasse
A OZZ Saúde, empresa contratada pela Secretaria de Estado da Saúde de Santa Catarina em regime de urgência, começou a administrar o Samu na última quarta-feira, dia 20. A nova empresa se comprometeu a manter os socorristas, mantendo os mesmos salários e escalas, mas eles só poderão ser contratados depois que a SPDM assinar a rescisão.
“Os funcionários estão mantendo o serviço para evitar transtornos à população, mas há insegurança no sentido de não saberem quem vai se responsabilizar pelo pagamento das rescisões”, explica.
Conforme Cândido, uma reunião está agendada para a próxima quinta-feira, dia 28, com a nova gestora e, pelo menos até lá, os funcionários decidiram manter o atendimento.
Na região Sul, nos atendimentos da região de Criciúma e de Araranguá, atuam aproximadamente 150 trabalhadores.



