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Avaliação renal

Avaliação renal leva centenas à Nereu

Por Redação Engeplus

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Ação para lembrar o Dia Mundial do Rim, comemorado nesta semana, foi realizada na Praça Nereu Ramos na manhã deste sábado.

A iniciativa da Associação Brasileira de Nefrologia em parceria com a Liga Médica Acadêmica Renal da Unesc (Limar) e a colaboração da Secretaria de Saúde de Criciúma levou centenas de pessoas à avaliação para identificar doenças renais.

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O médico nefrologista Rômulo Pizzolatti diz que a grande procura foi inesperada, já que é a primeira vez que a ação é realizada na cidade. "Surpreendente, a chamada foi excepcional", define ele.

Foram oferecidos aferição de pressão e teste de glicose e, dependendo do resultado, o paciente recebia encaminhamento para exames de uréia e creatinina, mais espefícicos para detectar problemas.

"Queremos atingir principalmente o grupo de risco, que são os diabéticos, hipertensos e pessoas com histórico familiar de doenças renais", explica Pizzolatti. "A maioria dos casos está entre diabéticos e hipertensos", alerta o médico.

A equipe de atendimento incluiu dois médicos, uma nutricionista, nove acadêmicos de medicina e cinco de enfermagem. A tarefa de orientar a dieta ficou com a nutricionista Merieli Medeiros. "Essas pessoas precisam de atendimento individual, mas em geral se restringe alimentos ricos em cálcio, como leite e derivados, para quem tem cálculo renal. Quem tem doença renal precisa reduzir a proteína, e quem sofre de pressão tem que diminuir o sódio", resume ela.

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Até o final da manhã foram cerca de 200 atendimentos. A cozinheira Adair Mendes, moradora do bairro Próspera, esperou por mais de uma hora na fila, mas não desistiu de receber um pré-diagnóstico. "Eu tenho suspeitas, porque tenho dor nas costas e dores em cima dos rins", conta ela. "Vale a pena ficar aqui porque é muito difícil conseguir uma consulta com especialista", acredita.

Com a pressão e a glicose normais que diminuem as chances da doença, Adair saiu aliviada. "Era tudo que eu queria".

Pizzolatti pontua que atualmente em Criciúma e região existem cerca de 200 pacientes em diálise, mas estatísticas apontam que para cada caso diagnosticado há outras três pessoas doentes que ainda não recebem tratamento.

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