Aviões dão
Aviões dão espaço a paraquedistas no aeroporto Diomício Freitas
Pessoas maiores de 18 anos podem realizar o salto com paraquedas a 3,5 quilômetros de altura do chão, com 50 segundos de queda livre
Por Redação Engeplus
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Adrenalina, emoção, aventura, radicalismo. Neste fim de semana, o aeroporto Diomício Freitas, em Forquilhinha, é o ponto de encontro para pessoas que curtem paraquedismo. A equipe do campeão brasileiro e latinoamericano de salto de precisão, Marcelo Ricci, também proprietário da escola de paraquedismo Vertical Speed, está no local e, até esse domingo, deve realizar mais de 100 saltos em altura com paraquedas.
"A escola é de Passo Fundo (RS), mas percorremos todo o Brasil para realizar os saltos, mais ainda a região Sul. É nossa primeira vez em Criciúma, encontramos o local ideal, fica entre duas capitais - Florianópolis e Porto Alegre - e veio gente de toda a região. Inclusive, já tivemos alunos de Criciúma e nesse fim de semana eles podem saltar na sua terra natal", destaca Ricci, que há 24 anos está inserido no paraquedismo como instrutor e competidor.
O criciumense Lucas Reus, de 26 anos, foi uma das pessoas que fez o curso com Ricci e hoje realizou o chamado salto de formatura - para conclusão do curso é necessário somar oito saltos. "Sempre gostei de coisas desse tipo. Pela internet fiquei sabendo do curso e fui atrás para fazer. Hoje, alguns amigos também vão saltar, uns pela primeira vez", revela.
Qualquer pessoa maior de 18 anos pode fazer o salto. A única restrição é o peso, já que o limite é de 95 quilos. Para quem não possui curso de paraquedismo, existe o chamado salto duplo, pois é acompanhado por um instrutor. O avião Cessna decola do aeroporto e o salto é feito a 10 mil pés de altura, o equivalente a 3,5 quilômetros. São 50 segundos em queda livre a 250 quilômetros por hora e o paraquedas é acionado a três mil pés, o mesmo que mil metros de altura. A aventura custa R$ 460 e é toda filmada.
"Não tive medo nem no primeiro, esse foi meu sétimo salto, mas pela primeira vez saltei a 10 mil pés. É um melhor do que o outro, é muito bom. Hoje, consegui ver a região serrana, o mar, tudo lá do alto, o visual foi lindo", relatou empolgado o jovem Ricardo Leffa, de 24 anos. Natural de Praia Grande, ele aproveita o paraquedismo para se aperfeiçoar e, em breve, praticar o base jump, modalidade em que o salto acontece de prédios, penhascos, torres ou pontes e o paraquedas é apropriado para abertura em baixas altitudes.



