SD Ballet
Bailarinas recebem orientações sobre o uso de sapatilha de ponta
Fisioterapeuta, do Rio de Janeiro, esteve na cidade na última semana
Por Redação Engeplus
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Toda pequena bailarina sonha em usar a sapatilha de ponta. Este acessório, que remonta ao período romântico das histórias das artes e concede à bailarina toda elegância, fluidez e beleza, pode causar deformações nos pés caso o uso não seja cercado de orientações e cuidados.
Com esta preocupação a companhia de dança SD Ballet trouxe à Criciúma na última semana o fisioterapeuta e especialista em ballet e consciência corporal, José Luiz Bastos Melo. O profissional conversou com pais e crianças que estão prestes a iniciar o uso destas sapatilhas. “É importante observar que infelizmente ainda existe falta de informações entre os profissionais que ensinam a dança. A bailarina não precisa e não deve ter deformações, basta utilizar a sapatilha correta para os seus pés”, explica.
O tamanho e formato dos pés e das pernas, dos dedos e a própria postura da criança precisam ser levados em consideração durante a análise da opção ideal de sapatilha. Segundo José Luiz, que também possui como foco o Tratamento e Treinamento na Prevenção de Bailarinos com trabalhos de cursos e consultoria em todo o Brasil, há ainda muita necessidade de informações corretas no segmento da dança, por isso, ele buscou se profissionalizar em entender e desenvolver a sapatilha de ponta.
“Temos bons fabricantes no Brasil, mas até a algum tempo não tínhamos boas sapatilhas. Existe uma média de 15 modelos diferentes de sapatilhas e mesmo assim tem pé que não se encaixa em nenhuma delas. Aí é que entra o papel do especialista”, enfatiza.
A diretora da SD Ballet, Simone Duarte, destaca que este é o primeiro ano que a sapatilha de ponta será utilizada na companhia e com os conselhos e orientações do especialista, a iniciação será feita de forma mais tranquila. “As turmas que chegaram à idade de utilizar a sapatilha de ponta receberam orientações do José Luiz que conversou, inclusive, com os pais das meninas. Isso nos dá segurança para iniciarmos o uso do acessório sabendo que as bailarinas não terão problemas de dores ou deformidades e poderão evoluir muito no Ballet”, destaca Simone.
Colaboração: Tatiani Longo / Comunicação SD Ballet



