Criciúma
Banco de Olhos deve começar a funcionar
Prefeitos da Amrec vão assumir os custos mensais do espaço
Por Redação Engeplus
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Inaugurado no dia 28 de dezembro de 2016, o Banco de Olhos de Criciúma pode, finalmente, começar a funcionar.
O espaço está pronto e equipado, mas faltavam recursos para contratação de equipe e para os custos mensais. Uma solução ao problema foi definida nessa quinta-feira, dia 14, durante encontro dos prefeitos da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec).
Divisão dos custos
No encontro, os prefeitos decidiram assumir a manutenção do Banco de Olhos. A proposta é que Criciúma pague 50% das despesas para manter os serviços, e o restante seja dividido entre os demais municípios.
O prefeito de Cocal do Sul e presidente da Amrec, Ademir Magagnin, afirma que foi uma decisão rápida mas consciente. “Já estávamos discutindo esse assunto entre os prefeitos e entendemos que esse compromisso atende a uma reivindicação de toda a região. Cada município vai dar a sua contribuição e isso já está garantido”, ressalta.
Segundo Magagnin, o custo mensal de manutenção do Banco de Olhos, conforme levantamento feito pela Amrec, gira em torno de R$ 40 mil.
A definição da abertura do espaço foi comunicada à direção do Banco de Olhos em um jantar realizado na noite dessa quinta-feira, dia 14, entre os prefeitos da Amrec. “Nós fomos convidados para esse encontro e recebemos a notícia oficialmente”, conta o vice-presidente, Almir Fernandes, um dos principais incentivadores do Banco de Olhos.
Passo importante
Segundo o vice-presidente, o caminho até que o Banco de Olhos comece a funcionar ainda é longo, mas o compromisso assumido pelos prefeitos é importante como um passo decisivo para o espaço.
“É importante que a população entenda que essa garantia dos prefeitos não vai fazer com que o Banco já comece a captar córneas nos próximos dias. É um processo demorado de estruturação, desde a contratação de profissionais, capacitação e organização de toda a dinâmica”, explica.
Fernandes ressalta que, nesse intervalo de um ano desde que o Banco foi inaugurado, mas não começou a operar, pelo menos 100 captações deixaram de ser realizadas. “Essa estimativa é considerando apenas as captações que seriam feitas via IML de Criciúma, mas com o Banco de Olhos em pleno funcionamento, somaríamos também captações a partir do IML de Tubarão e de Araranguá”, ressalta.



