Bonecas de
Bonecas de Abayomi e Máscaras Africanas são temas de oficinas da Primavera dos Museus, em Içara
Evento acontece em setembro e inscrições já estão abertas
Por Redação Engeplus
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A Fundação Cultural de Içara promove do dia 23 a 26 de setembro a sétima edição do “Primavera dos Museus”. O evento tradicional está com inscrições abertas até 16 de setembro para a participação de escolas que poderão participar das oficinas de Bonecas de Abayomi, as quais acontecerão no Museu Casa da Cultura Padre Bernardo Junkes, nos dias 24 e 26/09, e das oficinas de Máscaras Africanas, realizadas no Museu Casa do Agente Ferroviário Anselmo Cargnin, nos dias 23 e 25 do mesmo mês.
As oficinas podem ser agendadas em dois turnos (matutino e vespertino) durante os quatro dias do evento. A participação está aberta aos alunos das séries iniciais com, no máximo, 25 alunos. As ações farão parte da 7ª Primavera dos Museus, integrando a agenda anual de ações do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) para a divulgação e promoção dos museus brasileiros, “bem como a aproximação destes com a sociedade, a Primavera dos Museus segue os mesmos moldes da Semana de Museus, e tem como proposta principal mobilizar os museus brasileiros em torno de um mesmo tema”, explica a presidente da Fundação, Eliana Jucoski Monteiro.
As inscrições poderão ser realizadas através do telefone (48) 3432-5847.
Sobre os temas das oficinas:
As Bonecas de Abayomis são confeccionadas com panos artesanais, a partir de sobras de tecidos reaproveitados e feitos com nós, sem uso de cola ou costura. A palavra abayomi significa aquele que traz felicidade ou alegria. Conta-se que os negros confeccionavam abayomis como amuleto de proteção. Este trabalho contribui para o reconhecimento da identidade afro brasileira integrando a memória cultural do país.
As Máscaras Africanas foram as protagonistas da arte africana. A máscara representava um disfarce místico com o qual os africanos poderiam absorver forças mágicas dos espíritos e assim utilizá-las em benefício da comunidade: na cura de doenças, em rituais fúnebres, cerimônias de iniciação, casamentos e nascimentos. O trabalho com as máscaras africanas também contribui para o reconhecimento da identidade afro brasileira integrando a memória cultural do país.
Colaboração: Alexandra Cavaler/Comunicação Içara



