BR-101
BR-101: corredor de escoamento beneficia produtores gaúchos
Corredor escoará produtos industrializados de origem animal provenientes do Rio Grande do Sul com destino aos demais Estados
Por Redação Engeplus
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A BR-101 foi oficialmente aberta como corredor de escoamento para passagem de produtos industrializados de origem animal provenientes do Rio Grande do Sul com destino aos demais Estados. O ato aconteceu no fim da última semana no posto de divisa de Torres (RS). Pelo acordo celebrado entre os dois Estados, ainda estão proibidos de passar por este posto de divisa os miúdos de animais e couros não processados, além de algumas espécies de animais vivos. Na fase inicial, as empresas interessadas em transportar os produtos de origem animal pela BR-101 devem solicitar autorização prévia junto a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc). Conforme o presidente da Cidasc, Enori Barbieri, a medida é necessária para evitar congestionamentos no posto fiscal de Torres (RS), onde os caminhões serão inspecionados.
Em breve, o sistema manual utilizado para registrar os dados dos veículos e das cargas será substituído por um sistema eletrônico integrado com as Receitas Estaduais. Com o novo sistema, o tempo de retenção dos veículos será mínimo, permitindo, assim, a utilização desse novo corredor de escoamento sem necessidade de consulta previa a Cidasc. O secretário da Agricultura de Santa Catarina, Airton Spies, explica que, se por um lado a medida traz redução de custos para o Rio Grande do Sul, para Santa Catarina, as vantagens são a melhor distribuição do fluxo de veículos, mais segurança e conservação das estradas e menor impacto ambiental.
"O transporte realizado via BR-116 leva até dez horas a mais do que o mesmo caminhão fazendo a travessia de Santa Catarina via BR-101. Além da economia de combustível e menos emissões de poluentes", ressalta. Spies lembra que a prioridade de Santa Cataria é a garantia da segurança sanitária, já que o Estado é o único no Brasil livre de febre aftosa sem vacinação.
Colaboração: Ana Ceron/Comunicação Comunicação Governo do Estado



