Criciúma
Brezola diz estar preparado para assumir prefeitura
Candidato tem como prioridade a transparência na gestão pública
Por Redação Engeplus
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Pela terceira vez candidato a eleição majoritária em Criciúma, Fábio Brezola (PT) acredita, agora, estar preparado para comandar a maior cidade do Sul Catarinense. Brezola foi candidato como vice de Décio Góes, em 2008, e também para prefeito na eleição suplementar de 2013.
"Confesso que nessas duas oportunidades eu não estava preparado. Passei três anos e meio me preparando do ponto de vista político, de gestão e também jurídico. Nossa candidatura é legal, a gente vê prefeitos que ganham a eleição e não podem assumir. Criciúma precisa de um prefeito que já tenha passado ou que passe por aquilo que a maior parte da população passa. Já andei muito de ônibus, deixei filho em creche, no final do mês já faltou dinheiro, isso pesa no momento em que você toma uma decisão como prefeito”, destaca Brezola.
Para o candidato, a transparência será a sua maior marca, caso assuma a gestão da prefeitura. “Hoje existe uma controladoria, mas nosso primeiro ato no governo será instalar a Controladoria Geral do Município, que trará transparência em toda compra realizada pelo município. Hoje, não sabemos qual é dívida e o número de cargos comissionados”, observa o candidato, que tem como vice o médico João Carlos Mazzini Juliano (PT). “A saúde em Criciúma está na UTI, por isso escolhemos um vice-prefeito da área da saúde. Temos que abrir a UPA e sermos parceiros do São José para pressionar que o Governo do Estado pague o que deve ao hospital. Também vamos propor à Unesc transformar o Santa Catarina em Hospital Escola. Já conversei com o reitor e interessa para eles essa parceria, vamos buscar o cancelamento do contrato com o Isev”, garante.
Ainda de acordo com o candidato, a mobilidade urbana receberá uma atenção especial. “Obras estruturais como túneis e elevados precisam ser feitas com urgência. A Avenida Centenário é excelente, mas divide a cidade. A Santos Dumont precisa ser duplicada, a Rua Araranguá tem que ser aberta até a Centenário. Precisamos de passarelas, mas enquanto tudo isso não é possível temos que incentivar o transporte coletivo. Hoje é mais barato comprar uma moto e pagar a parcela do que andar de ônibus”, observa o sobrinho Neto de Leonel Brizola. “O vô era primo dele, e sempre disse que o erro de grafia era do Leonel, que deveria se chamar Brezola”, explica.
