Dia do Bombeiro
Brigada de Bombeiros Voluntários Eliane, há 34 anos guardando vidas
Neste 2 julho comemora-se o dia Nacional do Bombeiro
Por Redação Engeplus
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Algumas escoriações e dores. Nada mais. Contudo, inimaginável do alto de cinco metros, de onde o grupo de brigadistas de Eliane precisou pensar e agir meteóricamente, antes que as proporções de um acidente registrado dentro da empresa há três anos, ultrapassassem os limites do grande susto. O resgate do funcionário de uma prestadora de serviços que caiu em um buraco ao executar um trabalho é puxado na memória pelo comandante da Brigada de Bombeiros Voluntários da Eliane, o eletricista Samuel Mangili, 29 anos.
Para ele este é um exemplo contundente da importância da atuação do grupo na empresa. “Apesar de estarmos preparados, foi uma situação inusitada. O funcionário reclamava de dores e estava num buraco de difícil acesso e tivemos que agir muito rápido para retirá-lo de lá sem agravar qualquer situação”, relembrou. Não fosse o preparo e constante reciclagem que recebem os 186 profissionais que compõem a brigada da Eliane este episódio poderia se transformar num dano irreparável.
A preocupação em garantir a segurança mais eficaz dos funcionários surgiu na Eliane na década de 70 com um grupo de brigadistas implantado por Romeu Sieling. Na época a brigada combatia incêndios. Atualmente, após um curso intenso de 16 horas ministrado pelo subtenente Virtuoso, do Corpo de Bombeiros de Criciúma, a empresa forma 30 novos voluntários todos os anos, aptos a combaterem incêndios e prestarem primeiros socorros para qualquer tipo de acidente.
Neste 2 julho, dia Nacional do Bombeiro, Mangili divide com o colega, o técnico de segurança Alex Matos, 28, o inspirador sentimento que os leva ao voluntário serviço na brigada. “O simples fato de ter conhecimento para poder ajudar alguém ou o patrimônio nos incentiva ao comprometimento da busca de um mundo melhor”, afirma Mangili. Para Matos, o conhecimento e a atuação sobrepõem os muros da empresa. “É um trabalho exaustivo, mas compensador. É uma satisfação imensa saber que podemos ajudar alguém em uma situação que a maioria das pessoas não quer estar perto e levar este conhecimento para fora, podendo ajudar um amigo, um vizinho ou desconhecido”, completa.
Colaboração: Fernanda Zampoli/Comunicação Eliane



