C.G. era
C.G. era um dos cinco tops no Brasil
Por Redação Engeplus
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O comando da operação Conexão Criciúma considerou encerradas as investigações desencadeadas ontem à noite, resultando em sete prisões e seqüestro de vários bens, incluindo veículos e principalmente imóveis.
"Todos os bens serão alienados e uma vez vendidos reverterão para o Fundo Nacional de Combate ao Tráfico de Entorpecentes", explicou o delegado da PF, Marcelo Moselli, em entrevista ao repórter Jotha Del Fabro, da rádio Eldorado.
O principal integrante da quadrilha, C.G., natural e residente em Criciúma, segundo o delegado, "jamais traficou drogas por aqui. O negócio dele na região era a lavagem do dinheiro", sublinhou.
"Ele é certamente um dos cinco traficantes internacionais de drogas mais importantes do país e as nossas estimativas iniciais, apontando a soma de R$ 10 milhões, já foram superadas pelos documentos que apreendemos", avaliou Moselli.
Transferido para a superintendência da PF em Florianópolis, C. estaria também envolvido num megaplano para lesar o governo da Venezuela e um banco suíço, acrescentou o delegado. "Se fosse concretizado, poderia render algo em torno de 200 milhões de euros."



