Criciúma
Caixa Solidária atrai olhares de outros municípios
Projeto foi lançado no mês de dezembro
Por Redação Engeplus
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O projeto Caixa Solidária, iniciado pioneiramente no Brasil pela Prefeitura de Criciúma em dezembro de 2015 e que tem cunho socioambiental, atraiu a atenção da Secretaria de Assistência Social de Balneário Camboriú, da Apae de Florianópolis e do vereador da cidade de Blumenau, Cezar João Cim. Profissionais destas cidades entraram em contato com o coordenador do programa, Mateus Rossi, em busca de informações sobre o funcionamento do projeto.
De acordo com o prefeito Márcio Búrigo, a procura de outras cidades mostra que Criciúma está no caminho certo com a instalação desses containers em pontos estratégicos. “Essas caixas têm organizado a questão das doações na nossa cidade. Além disso, tem a questão ambiental, já que as roupas que não podem ser doadas são levadas para um local correto”, declara Búrigo.
O Projeto de Lei n° 55/2015, de autoria do Governo Municipal, foi indicado pelo vereador Daniel Freitas. A lei permite que as caixas coletoras sejam instaladas em locais públicos e explica a função de cada um dos parceiros do projeto.
Segundo o coordenador, o projeto que funciona através de uma parceria entre Administração Municipal e a ONG Cidade em Ação, chamou a atenção por ser uma opção segura para quem quer realizar doações. “Os municípios têm nos procurando para entender melhor o funcionamento do projeto, já que a cidade de Criciúma foi a primeira a recebê-lo em todo Brasil. A cidade de Blumenau já pediu que nos deslocássemos até lá para mostrar o funcionamento. A empresa Librelato já estuda colocar em produção mais containers, devido à demanda de pedidos de outros municípios”, relata Rossi.
As cinco caixas coletoras, que estão instaladas no Parque das Nações, Praça Nereu Ramos, Praça do Congresso, Terminal Central e Terminal do Pinheirinho, tem seduzido centenas de criciumenses, que até o momento doaram mais de 10 mil peças, entre roupas, calçados e cobertores, que após triagem, serão encaminhados para famílias carentes da região carbonífera.
Colaboração: Milena dos Santos / Decom Criciúma



