Criciúma
Caixas Solidárias são inauguradas
Projeto incentiva a doação de roupas, calçados e cobertores durante todo o ano
Por Redação Engeplus
2 min de leitura

A solidariedade ganhou mais um aliado neste sábado, dia 5, em Criciúma. Estão inauguradas as cinco primeiras Caixas Solidárias da cidade. O projeto da Administração Municipal é inédito no Brasil e segue o modelo utilizado em países como Itália e Estados Unidos.
Nessas caixas – em formato de contêiner – a pessoa pode em qualquer momento, depositar suas doações de roupas, calçados, cobertores e demais peças que não queiram mais usar, mas que ainda podem ser a felicidade de muitas famílias carentes.
“Sempre naquela troca de estação as famílias percebem que não irão mais utilizar algumas peças de seu guarda-roupas, mas isso não quer dizer que elas tenham perdido a utilidade. As famílias carentes da cidade estão esperando por essas doações e agora, com as caixas, esse ato de solidariedade ficou muito mais fácil de ser realizado. As caixas estão distribuídas em pontos estratégicos, como as praças Nereu Ramos e do Congresso, terminais do Pinheirinho e Centro e Parque das Nações e, em breve, mais locais receberão o projeto”, afirma o prefeito Márcio Búrigo.
As caixas foram desenvolvidas por engenheiros da empresa Librelato e possuem um sistema inviolável, garantindo que as doações estarão seguras e chegarão ao destino correto. “Para nós é uma alegria muito grande ser parte desse projeto que tem um objetivo tão nobre. Agradecemos a parceria da Prefeitura”, comenta o gerente de engenharia e qualidade da Librelato, Ramires Beltrame Luciano.
Periodicamente, membros da ONG Cidadania em Ação – também parceira do projeto – farão o recolhimento das peças. “Parte será doada para as famílias carentes, outra parte ficará como reserva para a Defesa Civil do Município para casos de emergência e o que não pode ser utilizado será descartado de forma correta pelos profissionais da Famcri (Fundação do Meio Ambiente de Criciúma)”, explica a presidente da ONG, Julia Martins Carvalho.
(Colaboração/ Texto: Bruna Borges/Secom)



