Calçadas de
Calçadas de Criciúma em péssimo estado de conservação
Por Redação Engeplus
2 min de leitura

Quem caminha pelas calçadas das principais ruas do centro de Criciúma enfrenta dificuldades para se locomover. São desníveis, obstáculos no caminho e, principalmente, muitos buracos. Nos locais onde estão sendo realizadas as obras do Canal Auxiliar ao rio Criciúma os problemas são ainda maiores. A dificuldade de locomoção se torna ainda mais difícil quando é necessário transportar um bebê.
A moradora do bairro Santa Luzia, Márcia Dias, caminhava pela rua João Pessoa trazendo seu bebê no colo. “Tenho carrinho de bebê e adoraria trazer ele para o Centro, mas não tem condições, muitas calçadas são remendadas e cheia de desníveis, e principalmente com muitos buracos”, reclama a dona de casa.
Já a dona de casa Jaqueline Oliveira Saviski transitava pela rua Henrique Lage transportando sua filha em um carrinho.”Está muito ruim de andar com o carrinho pelas calçadas do Centro. Nos locais próximos às obras então está praticamente impossível de transitar”, avalia a moradora do Centro.
O que diz o órgão responsável pela fiscalização dos passeios públicos da cidade de Criciúma é a Divisão de Planejamento Físico e Territorial (DPFT) - A construção e conservação dos passeios públicos nas ruas que possuem pavimentação são de inteira responsabilidade do proprietário do imóvel. As calçadas devem ter no mínimo 1,20 metro em áreas residenciais e de 1,80 metro nas áreas comerciais. De acordo com a Lei 3.070 de 30 de dezembro de 1994.
Conforme o arquiteto e coordenador do uso do solo, Tadeu Vassoler, a vistoria é feita por bairros através de amostras, ou então imediatamente após o recebimento de denúncias. Os proprietários notificados terão um prazo estabelecido pelo órgão para regularizar a situação dos passeios. O telefone para fazer denúncias é o 3431-0029 ou 156.



