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Campanha para

Campanha para salvar vidas

Por Redação Engeplus

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Foto: Fotos: Jussi Moraes

Em dia de jogo, quando o Tigre literalmente dará o sangue para manter a liderança da Série B, uma campanha entre o clube, o Hemocentro de Santa Catarina (Hemosc) e do grupo Ação Mais – Compartilhe seu sangue tricolor – abordou torcedores e demais cidadãos que estavam na praça Nereu ramos na manhã deste sábado para que doem seu sangue a quem precisa. Nesta tarde, a campanha será feita no pátio do estádio Heriberto Hülse. O grupo ficará no Majestoso das 13h30min às 16h20min.

A intenção é alertar os torcedores sobre a importância da doação de sangue. O grupo ainda repassou informações de quem pode e quem não pode ser doador de sangue e medula óssea, o que é preciso para ser doador e conscientizar a população sobre a necessidade da doação. Voluntários da campanha distribuíram panfletos explicativos e levaram o mascote - uma super bolsa de sangue – para atrair a atenção de quem passou pelo local.

Conforme Humberto de Campos, que trabalha no setor de captação de doadores do Hemosc, atualmente o sangue com RH negativo ( A-,B-, O- e AB-) são os mais raros e o que mais se necessita. “Com uma torcida do tamanho da do Tigre conseguiremos aumentar o úmero de doadores. Ser um doador não tem custo e salva vidas, não prejudica ninguém. O maior receio das pessoas é passar mal durante e após a doação. Isso é um mito”, esclarece Humberto.

Para a voluntária do Ação Mais Simone Gaspar, trabalhar com a captação de doadores é diferente e também gratificante. “As nossas ações geralmente são para ajudar pessoas com necessidades materiais e afetivas. Nesses casos temos retorno imediato das pessoas. No caso de captar doadores de sangue ou medula óssea, a gente sabe que vai salvar vidas, mas não sabe quem será beneficiado, o retorno é demorado e a gente não conhece, mas é prazeroso demais”, considera.

Durante o ano, o Hemosc faz palestras com o mesmo perfil em empresas e escolas. Dos voluntários para doação que chegam ao Hemosc, explica Humberto, 50% se tornam doadores rotineiros e os outros 50% esporádicos.


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