Canal Auxiliar:
Canal Auxiliar: antes o transtorno, depois o benefício
Por Redação Engeplus
2 min de leitura

As obras do Canal Auxiliar provocam divergências entre a população. Uns garantem que ela é para o bem de Criciúma, outros defendem a ideia que os transtornos poderiam ser menores. O fato é que as obras continuam pela área central de Criciúma. Na última semana, algumas ruas foram liberadas para os motoristas, outras fechadas devido o avanço das obras.
Segundo o secretário de Infraestrutura e Mobilidade Urbana de Criciúma, José Sérgio Búrigo, o transtorno provocado pelas obras é uma questão de tempo. “Na rua João Cechinel ainda tem obras para serem concluídas. Ela foi aberta provisoriamente para que as obras pudessem acontecer na Rua Felipe Schmidt”, explica o secretário.
As obras na rua Antônio de Lucca estão em processo de finalização, a via será asfaltada. Depois disso, a João Cechinel será fechada para finalização das obras naquele ponto. “A previsão que a empresa Itajuí nos deu é que as obras nestes locais sejam entregues na segunda quinzena de agosto”, salienta Búrigo. Já na rua Coronel Pedro Benedet, a previsão para a conclusão das obras é de 60 dias. “São datas que podem ser prorrogadas. Essas obras dependem muito das condições climáticas. Se não chover, as obras andam, caso contrário não”, explica.
Entre a população, as obras dividem opiniões. Conforme a professora Rosa Gabriel, de Turvo, para a cidade melhorar é preciso que o povo compreenda as obras. “Esses transtornos são necessários para o futuro de Criciúma. Hoje o povo reclama, mas amanhã vai agradecer”, ressalta Rosa.
De acordo com a secretária Maria Terezinha, a população tem que passar pelos transtornos, para depois não passar pelas dificuldades que Criciúma já enfrentou tantas vezes. “Eu trabalho no Centro Médico São Lucas e já fiquei ilhada até as 23 horas esperando a água baixar quando dava enchente na cidade. Se a obra solucionar este problema, já está ótimo”, salienta Maria.



