Engeplus
Geral

Operação Carnaval

Carnaval: mortes aumentaram, mas periculosidade diminuiu, diz PRF

Na BR-101, uma morte foi registrada durante a Operação Carnaval

Por Redação Engeplus

2 min de leitura

Compartilhar:
Foto: Amanda Garcia Ludwig/Arquivo Engeplus

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Santa Catarina divulgou na manhã desta quinta-feira o balanço da Operação Carnaval 2014. Congestionamentos foram registrados nas principais rodovias federais do estado (BR-101, BR-470 e BR-280). Durante toda a operação, nove mortes foram registradas nas BRs catarinenses, sendo que a colisão frontal causou cinco dessas mortes. "Isso demonstra que ainda persiste a imprudência e o desrespeito à sinalização por parte dos motoristas", afirma a PRF.

Publicidade

O único acidente com morte registrado na BR-101 foi uma colisão frontal entre uma motocicleta e uma caminhonete, na última terça-feira. A ocorrência foi registrada em Jaguaruna e o motociclista morreu ainda no local da colisão.

De acordo com os dados divulgados pela PRF, foi verificada uma diminuição no número absoluto e relativo de acidentes e feridos com relação ao ano de 2013. O número de mortes, no entanto, foi maior em 2014 com relação ao mesmo período do ano passado. "Se estabelecermos um índice de acidentes, feridos e mortos proporcional à frota nacional de veículos, verificaremos que diminuímos a periculosidade das nossas rodovias", confirma a PRF.

Publicidade

Em 2012 e 2013, sete mortes foram registradas nas rodovias federais durante o período de Carnaval. Já em 2011, a PRF contabilizou 36 mortes nas BRs de Santa Catarina. "A partir de 2012 com intensificação da fiscalização de excesso de velocidade, causa direta de aproximadamente 20% das mortes no trânsito, houve uma grande redução no número de mortes. Prova disso, é que em 2011 foram lavradas 182.904 multas de trânsito, número que aumentou para 315.561 em 2012 e 399.562 em 2013, sendo que a maioria das infrações registradas pela PRF são por excesso de velocidade", avalia a PRF em seu balanço.

Compartilhar:
Leia a seguirGreve: 1,5 mil mineiros continuam de braços cruzados
Publicidade