Casa do
Casa do Ferroviário: Poucas visitas
Por Redação Engeplus
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Reconstruída após ação judicial, a Casa do Agente Ferroviário Mario Ghisi está localizada em plena Avenida Centenário, mas poucas pessoas visitam o local. De acordo com os registros da Casa, são, em média, sete visitantes por dia. “As visitas aumentam quando escolas vêm conhecer em atividade pedagógica ou quando há o projeto Turminha do Futuro”, destacou a funcionária da Casa do Agente Ferroviário, Karinele Ronchi.
Construída para abrigar os ferroviários que trabalhavam na Ferrovia Tereza Cristina, a casa foi bar e restaurante antes de ser destruída, em 1995, para construção do Terminal Urbano. Após decisão judicial, o local foi reconstruído em 2002 ao lado de onde estava o original. “A decisão exigiu que o local fosse tombado e que se tornasse um memorial sobre a ferrovia”, explicou Karinele.
O espaço fica aberto à visitação de segunda a sexta-feira, das 8 horas ao meio-dia e das 13 às 17 horas. Questionada sobre a abertura aos sábados e domingos, possibilitando maior visitação, a funcionária justificou que a Casa segue o horário do expediente da Prefeitura Municipal. No local estão maquetes, réplicas e fotos históricas.
Ela ressaltou que com a inauguração do Parque das Nações, o movimento diminuiu um pouco, já que muitas informações sobre a ferrovia também estão disponíveis lá, além do passeio de trem.
Vandalismo - Nas paredes externas da Casa do Agente Ferroviário, é possível observar pichações ou escritos com tinta, uma ação feita por vândalos que a Fundação Cultural de Criciúma esforça-se para evitar.



