Casa é destruída por incêndio e família organiza Vakinha para recomeçar
Incêndio foi registrado na madrugada deste domingo, no bairro Pedro Zanivan em Criciúma

Um incêndio destruiu uma casa na madrugada deste domingo, dia 5, no bairro Pedro Zanivan em Criciúma. E a família das vítimas afetadas criaram uma Vakinha online para arrecadar fundos e contribuir com um recomeço.
Na casa moravam três pessoas - o casal Eliane Machado e Dalvo Benedet e a filha Emily Machado Benedet, 18 anos de idade. O incêndio teria iniciado em uma tomada e se alastrou rapidamente pela casa de madeira. Os bombeiros chegaram por volta das 3h30, mas já encontraram o local tomado pelas chamas.
Após quase três horas de ação e cerca de oito mil litros de água utilizados no combate e rescaldo, os bombeiros deixaram o lugar aos cuidados da família e da Polícia Militar (PM). A verdade, é que nada restou do que havia dentro da casa.

“Pegou fogo na casa inteira, não sobrou nada. Começou em uma tomada e foi questão de segundos. Ficaram sem nada. Estamos fazendo uma Vakinha online. Ela foi demitida a pouco tempo, a empresa demitiu alguns funcionários por conta do coronavírus, e o marido saiu a pouco tempo do hospital. Ele estava internado com problemas neurológicos e ambos estão desempregados”, conta a sobrinha do casal, Carina Machado de Luca.
A tentativa de recomeço do casal será em outro bairro da cidade. Portanto, utilizarão os recursos arrecadados para comprar um novo lar em detrimento de reconstruir a atual moradia. “Faz seis meses que eles perderam um filho (Natan Machado Benedet), que era especial. Estamos vendo para comprar em outro lugar com o mesmo valor que seria para reconstruir a casa. Ela lutou a vida inteira, é batalhadora, viveu pelo filho e faz só seis meses que ele faleceu. E depois de tudo isso ainda perder a casa”, lamenta Carina.
Até o momento a Vakinha já arrecadou R$ 1,6 mil. Todavia, a família conta com a solidariedade das pessoas para atingir um valor maior - a meta é chagar a R$ 100 mil. “Começou hoje pela manhã, ainda vai entrar alguns boletos. Já divulgamos nas redes sociais e grupos. Tudo o que vem é ajuda. Já conseguimos cama, talheres, as pessoas se solidarizam”, explica Carina.
Para contribuir com a Vakinha online, clique aqui.



































