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Caso da menina assassinada em Tubarão já tem seis presos

Objetos de origem duvidosa, drogas, veículos e armas foram apreendidos com eles

Por Redação Engeplus

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Foto: Divulgação Notisul/Arquivo Engeplus

Seis pessoas foram presas por suspeita de envolvimento na perseguição e tiroteio que resultaram na morte de uma menina com cinco anos, no último domingo, em Tubarão. Os três homens e três mulheres, entre elas uma adolescente de 17 anos, foram localizados em um apartamento alugado na Praia do Sol, em Laguna. A prisão ocorreu na tarde desta quarta-feira e, nesta quinta, o delegado responsável pelo caso, Rubem Antônio Testom da Silva, da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Tubarão, concedeu uma entrevista coletiva.

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De acordo com informações repassadas pela repórter Silvana Lucas, do jornal Notisul, de Tubarão, o delegado afirmou que a equipe de investigação da DIC está trabalhando de forma árdua desde domingo para solucionar o caso e encontrar todos os envolvidos. Inclusive, a comunidade tem colaborado bastante com o trabalho dos policiais; foi dessa forma que a polícia chegou ao apartamento onde estavam os criminosos.

As seis pessoas são do Sul catarinense, inclusive de Tubarão, e já têm passagens criminais. No imóvel também foram apreendidos um notebook, 11 celulares, uma pequena quantidade de pedras de crack, plástico usado para embalar drogas e em torno de mil reais em dinheiro. Duas armas de fogo também foram apreendidas: uma pistola calibre 380 e uma pistola 9 milímetros.

Ainda conforme o delegado, os tiros que atingiram e causaram a morte da criança foram desferidos de uma pistola 9 milímetros, mas a polícia aguarda o resultado do chamado exame de balística para comprovar ou não a compatibilidade da arma apreendida com os projéteis encontrados no corpo.

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Dois automóveis também foram apreendidos no apartamento. Um terceiro carro, com placas de Joinville, foi encontrado abandonado pela polícia e está apreendido. Existe a possibilidade de que esse tenha sido usado na fuga dos criminosos no domingo, mas os policiais ainda apuram os fatos.

A autoridade policial revelou que a Polícia Civil já investigava essas pessoas há mais de dois anos, tanto os possíveis autores dos disparos, como os alvos, no caso, a família e o pai da menina assassinada, ambos por envolvimento com o tráfico de drogas. Rubem Antônio acredita ser pouco provável os envolvidos confessarem os crimes, pois eles temem represália da comunidade e ainda mais do sistema carcerário, já que os próprios presos não toleram crimes cometidos contra crianças, por exemplo.

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