Caso Kenifer
Caso Kenifer completa 1 mês e polícia não se manifesta
Por Redação Engeplus
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Na próxima terça-feira, a morte da pequena Kenifer Maria de Jesus Guimarães, de sete anos, completará um mês. Transcorridos 30 dias, o crime de forte repercussão, em função da violência e crueldade que a menina foi morta, continua sendo assunto em toda a sociedade. A polícia, no entanto, mantêm os trabalhos em sigilo e não revela o andamento das investigações.
“Não me manifesto sobre o caso em virtude de um segmento da imprensa que para obter informações acabam atrapalhando as investigações. Não passo mais nenhum detalhe e as investigações continuam”, limitou-se a dizer o delegado responsável pelo caso Vitor Bianco Júnior, da Central de Polícia.
Questionado sobre o número de testemunhas, suspeitos e pessoas ouvidas informalmente o delegado disse não saber com precisão. “Foram muitas pessoas”. Sobre o retrato-falado divulgado resumiu em afirmar que auxiliou em alguns momentos.
Kenifer que morava no bairro Floresta II, foi abordada e levada para um matagal por um motociclista. Ela foi estuprada, estrangulada e pendurada pela cabeça no alto de um alambrado sem as calças. O caso chocou a comunidade e policiais experientes que choraram ao ver a cena.
Os trabalhos para elucidação do caso tornaram-se prioridade na Central de Polícia. Nas últimas semanas, porém, nenhum detalhe é divulgado para não atrapalhar o andamento dos trabalhos.



