Caso Kenifer
Caso Kenifer é o primeiro a entrar em banco de dados interestadual
Por Redação Engeplus
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Foi assinado no Paraná convênio entre as Secretarias de Segurança Pública do Paraná e Santa Catarina para disponibilizar aos Policiais Catarinenses, acesso ao banco de dados de criminosos seriais, projeto pioneiro da Polícia Civil Paranaense. O primeiro caso registrado por Santa Catarina no sistema foi a morte da menina Kenifer Maria de Jesus Guimarães, de sete anos, raptada, violentada e enforcada na comunidade de Floresta 2, no dia 1º de maio.
O banco de dados vai auxiliar na elucidação de crimes violentos praticados contra crianças e adolescentes. A assinatura de convênio aconteceu em solenidade na Escola de Governo do Paraná e contou com a presença dos Secretários da Segurança Pública do Paraná, Coronel Aramis Linhares Serpa, e do Estado, André Luis Mendes da Silveira.
Para o secretário André, esta troca de informações é essencial para reduzir o espaço do criminoso. O secretário confirmou que nos próximos dias a 6ª DP de Florianópolis e as demais especializadas no atendimento à violência contra a mulher, criança e adolescente vão receber senhas para alimentar o banco de dados. Rio Grande do Sul deve ser o próximo a firmar a parceria.
O banco de dados contém informações de pessoas condenadas por crimes violentos praticados contra a criança e o adolescente, bem como outros dados relevantes, como a forma de atuação e a situação atual do condenado (se está em regime de liberdade, evadido ou preso). Além das atividades de investigação policial, o Sicride atua na prevenção de crimes, com trabalhos direcionados às crianças com material gráfico desenvolvido com histórias reais e também com palestras e teatros. Ainda realiza envelhecimento digital de crianças desaparecidas e integra o banco de dados de DNA Caminho de Volta, da polícia de São Paulo, que colhe material genético de parentes de crianças e adolescentes que sumiram.
(Colaboração: Polícia Civil de Santa Catarina)



