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Categorias de base não é gasto, é investimento para o sucesso

Por Redação Engeplus

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Ganhar, somente ganhar, é o que todos querem e pensam que o que estão e como estão fazendo é o suficiente para as conquistas. Bem provável que hoje as equipes que vêm obtendo sucesso com a base, principalmente os times na qual não chegam os melhores meninos, estão dando a devida atenção e levando à risca que o futebol e resultado vêm depois de investimentos.

É fundamental que haja uma estrutura grande e de qualidade para desenvolver um trabalho que faça com que todos os atletas consigam se desenvolver. Temos que ter consciência que muitos chegam pelo talento, mas que muitos conseguem pelo esforço, e, sendo assim, o esforçado precisa melhorar, ter uma atenção especial. Mas o que se tem feito é, simplesmente, dispensado muitos por não terem todo talento que gostaríamos.

Outro aspecto importante na estrutura é a de profissionais para atender os atletas da base. Se no time profissional, onde todos já estão prontos (pelo menos era pra estarem), a comissão técnica é composta por um grande número de profissionais, na base não poderia ser diferente. É lá que necessita ter vários profissionais, e não estamos falando de psicólogo, assistente social e outros que também são necessários, mas ficam fora do campo, estamos falando de treinadores, preparadores físicos e treinadores de goleiros.
Ficar usando professores de uma categoria para ajudar outra não resolve, só serve para economizar, que está na contramão da base, ou proteger os profissionais ali trabalhando. E nem para justificar que é para jogar ou treinar da mesma forma. Para isso, se faz necessário uma filosofia de trabalho e jogo.

Categoria de base requer investimento e isso tem que ser também com profissionais qualificados, preparados para executarem os trabalhos, exigirem dos atletas o máximo e o melhor de cada um. Além de terem a capacidade de estar constantemente tendo um feedback dos jogadores.

Num grupo de 30 jogadores em cada categoria é necessário pelo menos seis profissionais qualificados, e, a partir disso, se a coordenação quiser complementar com profissionais iniciantes, não comprometerá os processos realizados para chegar aos resultados planejados.

A gente acha o profissional ideal para a função e contrata (Beto Colombo, revista Anjo Tintas).

Professor Especialista Rogerio R. Inacio Cref 03-0765 SC/G

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