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Comandante tricolor

Cavalo reconhece superioridade do Avaí

Técnico diz que o Leão da Ilha “fez por merecer”

Por Redação Engeplus

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Foto: Fernando Ribeiro/www.criciuma.com.br

Após vencer o Avaí três vezes nesta temporada, duas pelo Catarinense e uma na Série B, o Criciúma sucumbiu diante do Leão da Ilha na tarde deste sábado. Após a derrota, por 3 a 0, na Ressacada, Roberto Cavalo reconheceu a superioridade do adversário.

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“Nosso comportamento no primeiro tempo não foi dos piores. Começamos bem, tivemos posse de bola, mas erramos na marcação e tomamos dois gols de bola parada. Depois dos 2 a 0, no segundo tempo o Avaí fez por merecer a vitória, foi mais time”, admite o técnico.

Ainda de acordo com o comandante tricolor, ninguém está sofrendo mais do que ele com a atual má fase do Criciúma. “A minha dor é dobrada. Sofro mais, quem mais quer ganhar sou eu. Trabalho todos os dias. Essa semana foi a que mais trabalhei a bola parada. Já passamos por uma situação difícil no ano passado, quando cheguei o time estava brigando para não cair e faltando três rodadas já estávamos livres. Nesse ano tivemos um bom início do Catarinense, neste Brasileiro tivemos um melhor rendimento, próximos do G-4, e agora preocupa. A Série B é difícil. Temos que trabalhar para melhorar”, comenta Cavalo.

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Confira abaixo outros temas da entrevista coletiva:

Justificativa da titularidade de Adalgiso Pitbull

“Treinamos a semana toda com o Roberto no lado direito e o Jheimy centralizado. Ontem, no último treino, o Roberto sentiu, e o hoje o Jheimy. O Pitbull é do lado direito e o Niltinho é do lado esquerdo, canhoto, e já tenho Maranhão na esquerda. Se colocasse dois jogadores com as mesmas características, ou dois canhotos, o time ficaria ‘torto’. Optei pelo Pitbull pelos trabalhos da semana. É um jogador que estava buscando a sua oportunidade e ela chegou. Achei que ele foi bem, só saiu porque já tinha cartão amarelo e estava preocupado com a arbitragem”

Perdeu o comando do grupo?

“Isso não acontece. Tenho uma amizade boa com o grupo. Todos trabalham sério e da melhor maneira possível. Quando o resultado não aparece é normal algumas especulações. Estou seguro do que estou fazendo e ninguém está sofrendo mais do que eu. É acreditar e trabalhar com os pés no chão que vai melhorar”

Possibilidade de acesso

“Sempre tive os pés no chão. A gente, às vezes, fala de acesso. Mas nosso planejamento era não cair no ano passado e fazer um time competitivo nos dois anos seguintes. Não adianta ir para o desespero. No Campeonato Brasileiro da Série B tudo pode acontecer. Não vou deixar de acreditar no acesso jamais, mas a gente sabe o quanto é difícil”

Pressão para sair do comando do time

“Meu pensamento é trabalhar. Estamos trabalhando junto e forte. Vou continuar. Não conversei com o presidente ainda, mas ele está sofrendo mais do que eu. Ele quer sair dessa situação e chegar à Série A do Brasileiro”

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