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‘Cabeça erguida’

Cecílio pede ‘cabeça erguida’ e almeja Tigre forte diante do Cruzeiro

Apesar do tropeço na estreia, comandante tricolor ficou satisfeito com a postura da sua equipe

Por Redação Engeplus

3 min de leitura

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Foto: Marcelo de Bona

Apesar do pouco tempo de trabalho e da estreia com resultado negativo, Toninho Cecílio ficou satisfeito com a atitude da sua equipe na partida deste domingo. Na avaliação do novo técnico tricolor, uma vitória do Criciúma diante do São Paulo não seria injusta e pede cabeça erguida para a sequência do Brasileirão.

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“Queria ganhar, jogamos para isso, mas não posso baixar a cabeça, e nem admito que ninguém baixe. Os jogadores me entregaram uma partida intensa. Sei que o torcedor está chateado. Estou chegando agora, mas o torcedor está há 32 rodadas acompanhando a equipe. Não vou baixar a cabeça e não quero que ninguém baixe. O profissional vive de bons momentos e também de momentos complicados. Vamos disputar 18 pontos, e estamos a quatro de sair do Z-4. Se ganhasse, estaríamos a um de sair. Precisamos construir isso, sei que é difícil, mas não abro mão disso. É responsabilidade do líder encontrar argumentos para chegarmos fortes diante do Cruzeiro, é uma obrigação nossa”, destaca o comandante tricolor.

De acordo com Toninho Cecílio, não houve erro ou acerto na estratégia de jogo colocada em pratica diante do São Paulo, no estádio Heriberto Hülse.

“Entramos com uma proposta de congestionar o meio, mas também de sair em velocidade. O Criciúma iniciou o jogo desta maneira, criando dificuldades ao São Paulo. Infelizmente houve a contusão do Roger. O Paulo Baier entrou bem, articulando, mudou um pouco a cara da equipe, que ganhou em qualidade, e no aspecto técnico. Mas perdeu-se um pouco em intensidade e mobilidade. Vi o São Paulo dominar o jogo em alguns fluxos de cinco minutos, mas na maior parte o Criciúma estava se impondo, com força e velocidade, mas tomamos o gol”, avalia o técnico.

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“No intervalo precisava melhorar a saída no meio, então trouxe o Cleber Santana para trás e coloquei o Maurinho para jogarmos de maneira agressiva. Não vim aqui para perder de pouco, mas para ganhar, e não tenho preocupação em arriscar. Voltamos melhor que o São Paulo e depois coloquei o Martinez para ganhar mais qualidade, porque o João Vitor estava desgastado e precisava de um homem com lucidez, o Martinez entrega isso para a equipe. Crescemos bastante, acho que o Maurinho e o Martinez, juntos com o Paulo, encaixaram bem, tivemos bastante volume e chegamos ao empate. Mas a busca pelo empate ocasionou um desgaste e o São Paulo colocou dois jogadores de velocidade para segurar nossos laterais. Eles fizeram as jogadas no contra-ataque, acho que faltou um pouco de atenção. Precisávamos ganhar, mas o empate não poderia ser desprezado aos 35 do segundo tempo. Temos que ter maturidade de que não pode tomar contra-ataque em casa, era uma situação que poderíamos evitar. Tenho tentando escalar a melhor formação e a melhor estratégia de jogo. Nós perdemos e o São Paulo fez por onde, mas acredito que se o Criciúma tivesse vencido a partida não seria anormal“, completa Toninho Cecílio.

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