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Celesc mantém estrutura da Operação Verão durante o Carnaval

Companhia orienta, ainda, para os cuidados com a rede nesta época do ano

Por Redação Engeplus

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Foto: ilustrativa

O feriadão de Carnaval é considerado o segundo maior período de movimento de turistas no verão catarinense, perdendo apenas para a virada de ano. Para garantir o fornecimento de energia adequado em quantidade e a confiabilidade do sistema, ao longo de 2017 a Celesc realizou ações preventivas e, há pelo menos quatro anos, vem adotando um padrão de trabalho que demonstra resultados positivos e que será mantido durante o Carnaval.

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Com investimentos da ordem de R$ 380 milhões, a Empresa melhorou em 30% os índices que medem a qualidade do sistema elétrico, DEC (Duração Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora) e FEC (Frequência Equivalente de Interrupção por Unidade Consumidora), do verão de 2013/2014 para o verão de 2016/2017.

Além dos investimentos em prevenção, a distribuidora catarinense já conta com 1,3 mil eletricistas divididos em 250 equipes próprias e outras 46 equipes terceirizadas contratadas para atender ocorrências registradas em todo o estado.

Atuação no verão

Para a demanda da temporada de verão, a Empresa contratou outras 37 equipes de eletricistas que reforçam o contingente nas regiões balneárias, que integram as agências regionais de Florianópolis, Joinville, Itajaí, Tubarão e Criciúma.

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Prevenção

A Celesc orienta, ainda, para os cuidados que devem ser tomados com a rede elétrica para evitar acidentes. Segundo a Associação Brasileira de Conscientização sobre os Perigos da Energia Elétrica (Abracopel), acidentes que envolveram contato com a rede elétrica levaram a óbito 181 brasileiros no ano passado, apesar dos alertas constantes das distribuidoras de energia sobre os riscos existentes.

Para brincar sem riscos neste Carnaval, como essa é uma época com maior incidência de chuvas, a Celesc adverte sobre algumas questões importantes de segurança com a rede elétrica:

- Fios partidos nas ruas — Segundo dados da Abracopel, no ano passado, 53 casos deste tipo ocasionaram 43 mortes: condições climáticas desfavoráveis (chuvas e ventos fortes), aliadas a problemas como linhas de pipa com cerol, que cortam os fios, ligações clandestinas (gatos), roubo de cabos para vender o metal, dentre outros, podem ocasionar a queda de um fio energizado na rua;

- Barraquinhas de ambulantes com ligação clandestina de energia (gato) — No ano passado, 32 acidentes com postes e grades energizadas, tiraram 25 vidas. Além de crime, casos desse tipo expõem todas as pessoas a um enorme risco, pois basta um fio desencapado em contato com o metal dessas tendas para que qualquer um que a toque seja eletrocutado;

- Fique atento também aos carros alegóricos, trios elétricos, arquibancadas e palanques. Muitos deles possuem estrutura metálica associada a fios que garantem som, iluminação e efeitos pirotécnicos. Evite trafegar debaixo da rede elétrica em trios elétricos ou veículos semelhantes, cuja altura possa expor as pessoas ao choque elétrico. Se você vir algum ato em desacordo com as normas de segurança, denuncie;

- Respeite a distância de segurança necessária entre os enfeites e a rede elétrica. Não use materiais condutores de eletricidade como fitas metalizadas, papel alumínio ou laminados fios de cobre;

- Não lance serpentinas ou confetes sobre a rede elétrica, sejam metálicos ou não;

- Não ligue ou use aparelhos elétricos próximos a duchas ou piscinas;

- Se você for vítima de colisão de veículos contra postes de energia: não saia do veículo! Você poderá tomar um choque se houver um cabo partido em contato com o automóvel;

- Não tente socorrer vítimas de colisão se houver fio partido. Ligue imediatamente para a Celesc (0800 48 0196) e o Corpo de Bombeiros (193).

Colaboração: Comunicação Governo SC

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