Centro de
Centro de Zoonoses, a polêmica reacende
Por Redação Engeplus
2 min de leitura
O processo de implantação do Centro de Controle de Zoonoses (CCZ) em Criciúma, que a prefeitura dava como solucionado, parece ganhar os mesmos contornos da primeira tentativa.
Naquela oportunidade a comunidade do distrito de Rio Maina se revoltou por não ter sido ouvida sobre a intenção de instalar o CCZ na Vila Visconde e a administração recolheu armas.
Agora definiu o empreendimento em uma área degradada pela extração de carvão, que está em recuperação, entre os bairros Mina do Toco e Naspolini. São quase 5 hectares, ou seja, 50 mil metros quadrados de área e apenas mil metros quadrados serão utilizados.
Líderes da Associação de Moradores do Bairro Naspolini se queixam de, também, não terem sido ouvidos. Foram à Câmara e proporcionaram novo combustível para a oposição queimar contra o governo municipal.
Uma reunião para segunda-feira já foi agendada e nesta quarta-feira o secretário de Meio Ambiente e Agricultura, Amilton Guidi e o promotor Luciano Naschweng, devem receber os devidos convites.
Guidi, por certo, vai estranhar, pois à tarde esteve no local, conversou com Elton Dal Pont, presidente da associação do bairro Naspolini e voltou para o Paço Municipal confiante que não haveria resistência.
“A comunidade está receptiva pois a casa mais próxima fica a 500 metros da área”, disse o secretário à tarde.
Agora á noite, líderes do bairro Naspolini levaram o problema à Câmara e foram recebidos pelo vereador Carlos Augusto Euzébio, o Kabuki, que é relator de um dos dois projetos que tramitam na Câmara sobre o assunto aproveitou a deixa.
“A prefeitura está incorrendo no mesmo erro, não ouviu a comunidade”, disse o parlamentar, marcando a reunião para segunda-feira.



