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Cerco policial

Cerco policial é armado no centro para atender trote

Por Redação Engeplus

2 min de leitura

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Ação do Pelotão de Patrulhamento Tático chamou a atenção de quem passou no início desta tarde pela Rua Santa Catarina (lateral da Assembleia de Deus), no centro de Criciúma. Os policiais teriam recebido uma denúncia de que um motorista armado teria entrado na Caixa Econômica Federal após estacionar um uno na Santa Catarina e, provavelmente, (de acordo com o trote), realizaria um assalto.

A Polícia Militar cercou o local. A denúncia teria partido de um telefone público. Ao perceber a movimentação em torno do carro, que estava sem a logomarca da empresa, o dono de uma barbearia, localizada na mesma rua, foi até uma empresa de agrimensura e topografia, a menos de 200 metros do banco, avisar o proprietário do veículo.

Na realidade, o carro é da empresa de agrimensura e não de um motorista que teria ido ao banco. Auxiliares de topografia haviam retornado de um trabalho na região norte do estado e descarregavam equipamentos topográficos e de campo, como enxadas e foices (estas utilizadas para abrir picadas num levantamento topográfico), quando a suposta denúncia teria sido realizada.

Após a retirada de todo o material do carro, um auxiliar de topografia ainda levou o carro para a lavação. Ao retornar e deixar o veículo na rua, acabou levando um susto depois de ver a quantidade de policiais ao redor do veículo.

O carro acabou sendo encaminhado ao pátio do DJ por estar com a documentação atrasada, além da cor original externa, trocada sem autorização do órgão competente, conforme consta no boletim de ocorrência gerado pela PM. A cor externa do carro estava sendo substituída pela cor padrão dos veículos da fábrica que terceirizou o trabalho topográfico.

Vale salientar que neste início de novembro, pelo menos sete assaltos já foram registrados na região de Criciúma. Em nenhum dos locais havia presença de policiais, como todo o cerco montado nesta tarde, e os bandidos acabaram fugindo. Sem contar que no mês passado, funcionários de uma relojoaria foram amarrados durante um assalto na Nereu Ramos, a menos de 100 metros de onde a Polícia Militar costuma ficar diariamente.

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