Vacinação
Chegou a hora de se vacinar contra a gripe
Começa nesta terça-feira a Campanha Nacional de Vacinação Contra a Gripe
Por Redação Engeplus
2 min de leitura

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe abre nesta terça-feira e a meta preconizada pelo Ministério da Saúde em Criciúma é a imunização de 80% de um público alvo de 58.260, o que representa mais de 46 mil pessoas. A Vigilância Epidemiológica de Criciúma já recebeu as doses para iniciar a campanha e em paralelo organiza as ações que integrarão o Dia “D” de mobilização, que acontecerá no próximo sábado dia das 8 às 17 horas, sem intervalo para almoço.
A novidade para este ano, segundo com a coordenadora do setor de imunização da Vigilância Epidemiológica, Joice Savi, ficou por conta da ampliação do público infantil. Agora a vacinação deve ser feita em criança de seis meses até menores de cinco anos. Antes era dos seis meses até menores de dois anos.
Além desta primeira faixa etária integram o grupo de risco, pessoas com 60 anos ou mais, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), trabalhadores de saúde, povos indígenas, população carcerária e funcionários do sistema prisional, portadores de doenças crônicas (respiratórias, cardíacas, renal, hepática, neurológica, diabetes, imunossupressão e obesos) e acamados.
A dose contra a gripe, conforme a coordenadora de imunização da Vigilância Epidemiológica é tríplice e inclui a do H1N1. “É muito importante que as pessoas procurem os postos de saúde e se vacinem porque ao longo destes anos de campanha, um estudo do Ministério da Saúde aponta que houve redução de 39% a 75% de mortandade e de 32% a 45% o número de internações hospitalares”, salientou.
A melhor forma de prevenção contra a gripe A, de acordo com Helga Hilbert Mello, bioquímica do Laboratório Búrigo, é a vacina. “Esse tipo de vírus sofre várias mutações, por isso é mais grave. Sua transmissão acontece mais facilmente”, explica.
Os pacientes devem ficar atentos, pois os sintomas da gripe A são parecidos com os do resfriado (coriza, congestão nasal, espirro, tosse, dor de garganta e cabeça), acrescidos da febre alta - acima dos 38°C. “Em alguém com a imunidade baixa, isso pode ocasionar pneumonia ou doença respiratória. A vacina ajuda quem tem a imunidade mais baixa a passar por um surto”, comenta Helga.
Colaboração: Decom Criciúma; Amanda Garcia Ludwig/Comunicação Laboratório Búrigo



