China: Epidemia coloca pressão sobre oferta e preços da carne suína
Crise de saúde atual interrompeu esforços do governo chinês para retomada da indústria
Por André Abreu
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A epidemia de coronavírus na China tem atrasado o lançamento de novas unidades de criação de porcos.
Há maior pressão sobre oferta e os preços da carne suína, segundo informações governamentais.
O surto do vírus interrompeu o fornecimento de ração e de outros suprimentos vitais para os criadores e atrasou ainda o retorno dos trabalhadores.
A China liberou 10 mil toneladas de carne suína de suas reservas estratégicas estatais para abastecimento na província de Hubei na sexta-feira (14). Para aliviar a escassez o país pretende aumentar as importações.
As exportações de carne suína do Brasil (considerando todos os produtos, entre in natura e processados) totalizaram 68,5 mil toneladas em janeiro, segundo levantamentos da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).
O número é 41% superior ao registrado no primeiro mês de 2019, quando foram embarcadas 48,5 mil toneladas.



