Cícero Souza
Cícero Souza mantém sigilo sobre contratações
“Se por ventura alguma contratação se concretizar não nos interessa externá-la nesse momento”, pontua o dirigente tricolor
Por Redação Engeplus
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O diretor executivo de futebol do Criciúma Esporte Clube, Cícero Souza, segue mantendo sigilo sobre as contratações para o Campeonato Brasileiro da Série A. O dirigente tricolor faz questão de manter as atenções voltadas para o Campeonato Catarinense, e prefere não abrir o jogo sobre a chegada de reforços antes do final do Estadual.
“Nosso foco é o Catarinense. Quanto ao planejamento do Campeonato Brasileiro ele ocorre em bastidores. Se por ventura alguma contratação se concretizar em termo de contrato, ou pré-contrato não nos interessa externá-la nesse momento”, pontua o diretor executivo de futebol, que justifica a sua postura. “Acreditamos que desde a nossa chegada aqui ao clube, há sete semanas, evitamos fazer pronunciamentos, gravar entrevistas. Mas nunca deixando de repassar o conteúdo do dia a dia. Simplesmente para jogar o foco em cima da nossa comissão técnica e dos nossos atletas, e fazer a busca da identificação do nosso torcedor com essa nova forma de trabalho”, destaca.
Sem entrar em detalhes, o dirigente tricolor não confirma o encontro com os representantes do goleiro Júlio César, e apenas reafirma a sondagem ao goleiro. “Quando um jogador é indicado, ou quando nós temos interesse em algum nome vem a sondagem. Qual é o tempo contratual, o estado clinico, o histórico de lesões, o perfil emocional, a capacidade de liderança, a condição técnica, se encaixa com os demais jogadores do elenco. Em relação a esse jogador específico, a única garantia que posso dar é que não existe nada documentado. Houve apenas uma sondagem inicial. A exemplo do Júlio César, com o Galatto a gente também fez uma sondagem em cima de todas essas informações para facilitar uma futura tomada de decisão”, informa Cícero.
De acordo com o diretor executivo de futebol, o elenco tricolor precisará receber uma grande quantidade de reforços, independente do futuro do Tigre no Catarinense. “Mesmo que o elenco seja campeão catarinense ele precisa de um upgrade de qualidade e quantidade. Quanto às posições ela são de economia interna, não nos interessa externar nada. Nem se é jogador para ser titular, compor o grupo, ou uma aposta. Serão 32 atletas no elenco. Divididos em quatro goleiros, dois laterais em cada lado, e seis jogadores nas posições dobradas: seis zagueiros, seis volantes, seis meias, e seis atacantes. Não quer dizer que a gente vai fechar com esse número, pois existem lesões, possibilidades de negócio. Mas como política de futebol esse é o discurso e se buscará essa prática”, assegura o homem forte do futebol tricolor.



