Cinco oficiais
Cinco oficiais de Justiça avaliam bens no Energia
Por Redação Engeplus
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Cinco oficiais de Justiça do Trabalho estão no colégio Energia de Criciúma fazendo avaliação dos bens para que sejam leiloados e garantam o pagamento de indenização dos funcionários. Os advogados de um grupo de 50 professores do Ensino Fundamental da instituição entraram com a medida cautelar de segurança para que os bens sejam vendidos e os valores repassados aos professores assim que os processos individuais sejam apurados na Justiça do Trabalho.
Segundo o advogado Lóris Douglas Américo, durante esta semana serão ouvidos todos os funcionários sobre as suas situações. Na próxima semana deverão entrar com as ações individuais. Na tarde desta segunda-feira haverá uma reunião dos advogados com o prefeito Clésio Salvaro e o reitor da Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc), Gildo Volpato, que deverão ajudar na logística de retirada dos bens do prédio do Energia. “Não é adequado que estes materiais fiquem na instituição. Então estamos providenciando um local seguro para que fiquem guardados até a liberação do leilão”, explicou. Américo afirma que ainda não se sabe o crédito trabalhista dos ex-funcionários e nem o valor dos bens. “Hoje à tarde um grupo de professores irá ajudar os oficiais na avaliação”, destacou.
Quanto ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) dos trabalhadores, o advogado confirmou que o a maioria não foi depositado. “Tive acesso a alguns documentos e a minoria teve o depósito. Esses casos também serão apurados nas ações trabalhistas”, salientou. A autorização para a avaliação dos bens e retirada do prédio foi expedida pela 1ª Vara do Trabalho de Criciúma.
O administrador técnico na Digitusul Informática, Valter Inocente, também esteve na instituição na manhã de hoje. Conforme ele, a empresa havia locado quatro máquinas de cópias para o Energia que ainda estavam dentro do prédio. Cada uma avaliada em cerca de R$ 2 mil. “Nós nos antecipamos para retirar os equipamentos para que não entrem na lista dos bens. Já aconteceu algumas vezes de as nossas máquinas alugadas entrarem na relação para leilão”, relatou.



