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Cinzas do vulcão chileno chegam ao Litoral Sul do Estado

Por Redação Engeplus

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Durante a manhã desta terça-feira o Sul do Estado ficou mais cinza. A população passou a observar cinzas no ar e sobre carros telhados, plantas. Pela direção do vento, a probabilidade, conforme informaram os sites de meteorologia via Twitter, é de que a neblina seja cinza do vulcão chileno Puyehue, que foram delocadas para a região.

Em contato com a MetSul Meteorologia, de São Leopoldo ( RS), a assessoria de comunicação do Balneário Arroio do Silva teve a informação de que uma densa nuvem de cinzas chegou ao Sul e ao Leste do Estado gaúcho, mesma notícia que circulou pelo Twitter nesta manhã. O material vulcânico foi arrastado pelo vento também para Santa Catarina.

Capão da Canoa e Xangri-Lá, Norte do Litoral gaúcho, amanheceram com a estranha "neblina" no ar também. O repórter fotográfico Marcelo Nitschke registrou os efeitos das cinzas. O fato foi percebido desde a avenida Paraguassu e até por quem dirigisse o olhar para Serra. O vulcão voltou à ativa ainda no final de semana, quando suas cinzas ocasionaram o fechamento de aeroportos na Argentina e no Uruguai. Na segunda-feira, a nuvem passou sobre a Capital Gaúcha, e nesta terça-feira cobriu partes do Litoral Norte.

A incidência de cinzas foi registrada, além de Balneário Arroio do Silva, em Criciúma, Morro Grande, Forquilhinha e Nova Veneza, além de outros municípios da região.

Conforme o climatologista Márcio Sônego, da Epagri, há ácido sulfúrico na compisição da cinza vulcânica. Mas como a previsão é de pouca chuva e garoa na região, não haverá perigo ou mais transtornos. " Além disso, com a fraca concentração de cinzas na atmosfera aqui não causaria tantos danos na nossa região. o máximo é um pouco de irritação no sistema respiratório. Essa nuvem chegou à região em razão do vento Sul/Sudeste. A previsão é de que amanhã vire para Leste/Nordeste e empurre essa nuvem de volta para o Sul", explica Sônego.

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