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Colheita da pitaya: Epagri projeta boas expectativas para a safra de 2026

No momento, cultura está passando pelo processo de poda e adubação

Por Patrick Stüpp

2 min de leitura

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Foto: Aires Mariga/Epagri

Os agricultores estão com boas expectativas para a próxima colheita da pitaya no Sul de Santa Catarina, conforme indica os dados da Empresa de Pesquisa Agropecuária de Santa Catarina (Epagri). Desde o encerramento do inverno, os produtores rurais estão realizando o manejo de poda e a adubação da fruta-do-dragão. Já o processo de colheita inicia, oficialmente, a partir de janeiro de 2026.

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Conforme o extensionista da Epagri e responsável pelo programa de fruticultura no Sul de Santa Catarina, Eusébio Pasini Tonetto, a pitaya é uma fruta perene, ou seja, o plantio é feito somente uma vez. Posteriormente, a cada ano, os agricultores precisam apenas fazer os tratos necessários para o início da nova safra, que são comumente realizados no começo da primavera.

“Já as pessoas interessadas em começar o plantio da pitaya, geralmente se prioriza o encerramento do inverno, já que os dias ficam mais longos. Em contrapartida, se os agricultores priorizarem o verão, por exemplo, pode prejudicar o desenvolvimento da planta devido ao calor. Neste ano, o clima está bom e se comportando muito bem. Tudo indica que será um bom ano para a pitaya no Sul de Santa Catarina”, afirmou.

Destaques na produção

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Em entrevista ao Portal Engeplus, Tonetto também frisou que os principais municípios produtores estão localizados na Associação dos Municípios do Extremo Sul Catarinense (Amesc). O processo de plantio e colheita ocorre principalmente nos municípios de Turvo, Santa Rosa do Sul e Jacinto Machado.

“A pitaya é uma cultura nova, mas que teve um crescimento grande no Sul de Santa Catarina. Quando começou, ela tinha um preço muito atrativo e os agricultores foram atraídos pela parte comercial. No momento, ela também está entrando em um avanço tecnológico, apresentando variedades novas e novidades no manejo e adubação”, ressaltou o responsável pela fruticultura no Sul de Estado.

Embora as boas expectativas dos produtores rurais, a quantidade que será colhida no próximo ano ainda não foi estimada pela Epagri. Um levantamento ainda será feito no próximo ano para precisar o número e a quantidade de hectares plantados.

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