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Com faixas

Com faixas e cartazes bancários protestam na avenida Centenário

Até o momento, o sindicato patronal não se manifestou para fazer propostas ou negociar os pedidos dos trabalhadores

Por Redação Engeplus

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Bancários estiveram nesta tarde na região central de Criciúma em protesto. Cerca de 25 funcionários de bancos da região compareceram em frente ao Banco Santander, na avenida Centenário, esquina com a Marechal Deodoro, com faixas e cartazes. Até o momento, o sindicato patronal não se manifestou para fazer propostas ou negociar os pedidos dos trabalhadores. Conforme o presidente do Sindicato dos Bancários de Criciúma e Região, Ronald Pagel Soares, o movimento desta tarde foi para protestar e deixar a população ciente das condições da greve.

“Reivindicamos um aumento de 6,1% de INPC, que corresponde ao valor da inflação, e mais 5%. Nos é oferecido apenas os 6,1%. Acima disto não existe nenhuma outra negociação”, explica. Das 60 agências da Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec), 40 estão fechadas, o que representa 80% dos profissionais de braços cruzados.

Em Criciúma, apenas a agência do Bradesco está aberta. O banco abriu nessa segunda-feira por força de uma medida judicial, que fez com que os profissionais voltassem a trabalhar. Caso o contrário, a agência estava sujeita a uma multa de R$ 5 mil ao dia. O protesto aconteceu em frente ao Banco Santander por causa das constantes reclamações dos funcionários. De acordo com Soares, nos últimos cinco meses, a agência lidera os números de reclamações, que são feitas no Banco Central. “São metas abusivas, depósitos não autorizados nas contas dos clientes, além disso, cerca de sete milhões de funcionários foram demitidos no fim do ano passado”, destaca.

Nesta quinta-feira, a categoria completa duas semanas de paralisação. A greve deste ano já e maior em comparação com o ano passado.

O que não funciona – Com a greve, boletos bancários não são possíveis pagar. Os usuários também não conseguem sacar e fazer pagamentos acima de R$ 5.

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