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Com Festa Julina, Apae de Criciúma comemora 46 anos

Festa Julina marcou o aniversário. Alunos e funcionários comemorara a data vestidos a rigor

Por Redação Engeplus

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Foto: Douglas Saviato/Daiana Carvalho

Com Festa Julina e muita alegria os alunos e colaboradores da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) Escola Caminho da Luz, de Criciúma, comemoraram ao longo desta quinta-feira 46 anos da entidade. Regada com muita animação e comidas típicas, os alunos e professores relembraram o aniversário com apresentações durante o dia. Juliana Teodoro Matos, que participa da festa todos os anos, comemorou o fato de poder se vestir a caráter e brincar com os colegas. “A festa está muito bonita. Eu gostei muito de colocar essa roupa de menino”, conta Juliana vestida de caipira.

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A oportunidade de poder aprender uma dança e apresentar para seus amigos e professores deixou Fabiola Rocha, de 32 anos, animada. “Foi muito legal. A gente dançou a dança da enxada”, relata a jovem ao lembrar da coreografia montada para apresentar ao som da música do personagem da Turma da Mônica, Chico Bento. Conforme a diretora pedagógica da entidade, Laktiel dos Santos, confraternizações deixam os alunos empolgados e motivados a participarem das atividades da escola. “Eles ajudam a arrumar tudo. É uma oportunidade para eles se socializarem e demonstrarem a apresentação deles”, destaca Laktiel.

Para a direção da entidade chegar aos 46 anos é motivo de muita comemoração, principalmente, no aspecto dos avanços alcançados no atendimento prestado aos 222 alunos que a escola atende. “Os anos passaram e conseguimos acompanhar a evolução da educação especial. Antigamente, os alunos apenas brincavam e socializavam, era um local para passar o tempo, hoje não, com tantas ferramentas à disposição, nossos alunos estão cada dia mais independentes e com maior longevidade”, afirma Laktiel.

A primeira sede da Apae Criciúma foi cedida pela extinta CBCA, no bairro Santa Bárbara, em 1969. Vinte anos depois, em 1989, uma nova e ampla instalação foi disponibilizada pela Caixa Econômica Federal (CEF), no bairro Pinheirinho, local que, posteriormente, se tornou a sede própria.

Ao longo dos anos, a manutenção da entidade também se deu graças ao apoio da sociedade e de convênios, já que ela não possui fins lucrativos. Atualmente, a Apae Criciúma é mantida com recursos liberados pelo Governo do Estado, Fundação Catarinense de Educação Especial e Prefeitura de Criciúma.

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