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Com iPad

Com iPad em sala de aula, colégio Leme mistura tecnologia com educação

Professores e alunos elogiam a facilidade na transmissão do conhecimento

Por Redação Engeplus

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O colégio Leme, de Criciúma, inovou e trouxe para suas salas de aula mais tecnologia e interação. Agora os alunos recebem, antes de cada aula, um iPad que podem utilizar para receber mais conhecimento. O diretor do colégio, Leonir Maffioletti, explica que como a nova geração de jovens está mais conectada, este foi um jeito de prender sua atenção.

O projeto se chama Ipad na Sala de Aula, e foi criado pela empresa Eades Envolovimento Humano LTDA. Os aparelhos foram enviados à instituição pelo Sistema UNO Internacional. Em todo o Brasil, mais de 250 mil alunos participam deste projeto, que já traz resultados positivos. “Somos pioneiros em Santa Catarina, uma das primeiras escolas a adquirir os aparelhos e inovar com a técnica. Houve, além de maior interação com alunos, uma economia no tempo de aula. Imagine na aula de biologia, por exemplo, que o professor não precisa mais desenhar células ou plantas no quadro negro. As figuras aparecem automaticamente na mão do aluno. Os jovens de hoje em dia são mais visuais do que teóricos”, avalia Maffioletti.

Os professores recebem um treinamento para conseguir passar o conhecimento para os alunos por meio do aparelho. Já os alunos recebem, além do aparelho, apostilas por onde podem estudar também em casa. “O aparelho é bloqueado para sites como redes sociais. Assim conseguimos prender a atenção deles essencialmente para o conteúdo ministrado em sala de aula”, assegura o diretor da instituição.

Os alunos Carolina Michels e Paulo Ribeiro, ambos do 2º ano, aprovam a tecnologia em sala de aula e explicam que desta forma é mais fácil prestar atenção no que o professor diz. “Nascemos em uma geração que já é conectada, e estamos acostumados a ter as coisas de forma mais rápida. Além disso, o tablet também ajuda na economia do tempo de aula”, assegura Ribeiro. Para Carolina, o resultado também é positivo. “Na hora de estudar ajuda muito, e nós temos facilidades em aprender a lidar com o aparelho”, observa.

Para o professor Victor Hugo, que ensina Física há 10 anos, a inovação está aprovada. “Conseguimos fazer com que os alunos interpretem conhecimentos que antes eram apenas abstratos. É mais fácil para eles visualizar o que queremos ensinar. Com isso, não somos mais aquele professor que apenas passa o conhecimento, mas sim aquele que constrói o conhecimento junto com o aluno”, pondera o professor.

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