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Criciúma

Comerciantes relatam que o movimento caiu nos últimos dias

Comércio de Criciúma sofre com a greve

Por Redação Engeplus

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Foto: Rafaela Custódio

A greve dos caminhoneiros começa a afetar também o comércio local. Lojistas já começam a sentir os reflexos nos últimos dias. “O movimento caiu uns 70%”, relatou Rafael Cunha, proprietário de uma loja na área central de Criciúma. Segundo o comerciante, o fluxo no comércio é zero. Ainda assim, ele apoia a greve e fechará o estabelecimento caso peçam para fazer isso.

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Um dos restaurantes da área central da cidade também está sofrendo com as paralisações. “Nosso público é quem vem ao centro. As pessoas dependem de ônibus, combustível e aí realmente fere nosso atendimento. Mas ainda assim sou favorável ao movimento dos caminhoneiros”, comentou o responsável pelo restaurante, Gabriel Martins.

Sobre os estoques do restaurante, Martins afirmou que alguns produtos já terminaram. “Consegui comprar um gás ontem, com isso, não preciso fechar as portas. Mas alguns produtos já faltaram. Temos fornecedores em Criciúma também, o que nos ajudou”, explicou.

“Tem dia que não dá nem vontade de vir para a praça”, afirmou Clésio Cechinel, que vende pipoca. Segundo ele, a greve dos caminhoneiros é apenas o reflexo do que o país está vivendo. “O brasileiro já está em uma situação ruim. Isso tudo foi reflexo do que estamos vivendo todos os dias”, opinou.

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Estacionamento rotativo

Uma fiscal que cuida do estacionamento rotativo de Criciúma afirmou que o movimento caiu bastante. “Diminuiu muito. Tem ruas que ficam lotadas já logo cedo e hoje estão vazias. É incrível”, relatou.

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