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Comunidade preocupad

Comunidade preocupada e atenta com a hipertensão

Nesta sexta-feira, Dia Nacional de Prevenção e Combate a Hipertensão Arterial, profissionais de saúde da prefeitura de Criciúma e Unesc atenderam os cidadãos

Por Redação Engeplus

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Foto: Fotos: Milena dos Santos

Com a pressão arterial sempre entre 160/100 e 220/110, Terezinha Mendes de Oliveira, de 55 anos, aproveitou para participar da ação alusiva ao Dia Nacional de Prevenção e Combate a Hipertensão Arterial, promovida na Praça Nereu Ramos, no Centro de Criciúma, nesta sexta-feira. No mutirão organizado em conjunto pela Secretaria de Saúde do município e a Universidade do Extremo Sul Catarinense (Unesc), ela aproveitou para conferir se a medida estava dentro da normalidade. O evento teve como objetivo, além de fazer medições de pressão, conscientizar a população sobre a importância da prevenção e controle da doença.

De acordo com a secretária de Saúde de Criciúma, Geovânia de Sá, é muito importante que as pessoas cuidem da pressão, pelo fato deste problema desencadear muitas outras doenças. “As modificações no estilo de vida dos hipertensos é de fundamental importância no processo terapêutico da hipertensão. Vale ressaltar que a alimentação saudável, sobretudo quanto ao consumo de sal, a atividade física regular, o peso adequado e o não-tabagismo são práticas a se estimular”, relatou a secretária.

O Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial teve como tema “Quem tem bom coração combate a hipertensão – eu sou 12 por 8”. Mais de 500 pessoas passaram pela tenda onde profissionais da Atenção Básica, Núcleo de Apoio a Saúde da Família (NASF) e Residência Multiprofissional realizavam o atendimento.

Segundo a coordenadora da Atenção Básica da Secretaria de Saúde, Letícia Vieira de Oliveira Rodrigues, o movimento foi realizado em promoção a saúde e combate a hipertensão. “Queremos que a população busque uma vida mais longa e com qualidade. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), quem é hipertenso e não faz o controle adequado pode ter uma redução na expectativa de vida de até 16 anos e seis meses”, destaca Letícia.

A psicóloga do programa de residência da Unesc, Natalia Colombo Ferreira, diz que o movimento foi muito bom. “As pessoas que passam por aqui têm elogiado muito o serviço prestado pelo grupo. Consideramos bom o número de pessoas atendidas. Passaram pelo local, além dos moradores de Criciúma, pessoas de Florianópolis, Içara, Forquilhinha e Urussanga”, falou Natalia.

Colaboração: Milena dos Santos/Decom

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