Condenados acusados
Condenados acusados de assassinar agricultor Paraná
Por Redação Engeplus
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Três anos e meio após o crime, foram condenados por júri popular o casal acusado de assassinar o agricultor Angelino Leonel da Silva, de 55 anos. Conhecido como Paraná, ele foi morto no dia 5 de maio de 2008 pelo homem A.A.A., de 28 anos, e sua esposa E.S.S.A., de 39 anos. O homem foi condenado a 11 anos e quatro meses de prisão em regime fechado, enquanto a esposa ficará presa por sete anos. O terceiro envolvido no crime, H.A., de 57 anos, pai de A., foi absolvido.
Entenda o caso – O casal A. e E. invadiu no mês de abril de 2008 um terreno do senhor Angelino no bairro Verdinho, em Criciúma. Quando soube da invasão, o proprietário pediu para que a família saísse, o que não aconteceu por parte do casal. Ele, então, instalou, alguns dias antes do crime, uma cerca para demarcar o terreno.
Em 4 de maio de 2008, a mulher, com a ajuda de dois irmãos seus, derrubou a proteção instalada por Angelino. Quando soube do caso, o proprietário do terreno foi tirar satisfação do com A. e E. Ao chegar ao local, o pai de A., H.A. estava na residência e disparou com um revólver de calibre 38 contra Angelino, que foi alvejado no braço direito e caiu.
O proprietário do terreno foi espancado pelo casal e mais dois tiros foram efetuados contra ele. Depois, Angelino foi enforcado com uma corda.
Ocultação de cadáver – No mesmo dia, o casal levou o corpo de Angelino até a localidade de Rio Fiorita, em Siderópolis, amarrou duas pedras ao cadáver e o jogou em um açude. Três dias depois, eles voltaram ao local e certificaram-se de que o corpo boiava. O casal pediu ferramentas para H. e enterrou Angelino a cerca de 70 metros do açude.
O corpo de Angelino foi encontrado em 24 de julho do mesmo ano pela Polícia Civil após A. indicar a localização. A reconstituição do crime, com os três acusados, foi feita em 4 de agosto e o corpo do proprietário do terreno foi exumado no mesmo mês, com autorização dos familiares. A exumação confirmou que a causa da morte foi asfixia.



