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Consciência Negra

Consciência Negra é lembrada na Escola Oswaldo Hülse, em Criciúma

Alunos tiveram um dia da beleza, utilizando o penteado afro mais conhecido: tranças

Por Redação Engeplus

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Foto: Milena dos Santos

Após conhecer um pouco mais da história e da cultura africana, crianças do 1° e 3° anos da Escola Municipal Oswaldo Hulse, localizada no bairro São Francisco, em Criciúma, tiveram uma tarde diferente nessa segunda-feira. Os alunos tiveram um Dia da Beleza, utilizando o penteado afro mais conhecido: as tranças. Na cultura africana, as tranças têm o papel de destacar a própria cultura pelo mundo.

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Segundo a professora do 3° ano, Alessandra Nunes Alano, como este é o mês da Consciência Negra, a cultura afro foi repassada para as crianças através de muitas histórias e palestra. “Pensamos em representar através dos penteados, principalmente as tranças. Na África cada classe social, religião e região são representadas por um modelo de trança. Trouxemos esse conhecimento para as crianças”, comentou a professora.


Para entender um pouco mais sobre a comemoração do dia 20 de novembro, as crianças assistiram a uma palestra sobre a cultura afro e afro-brasileira e trabalharam com o livro, O Cabelo de Lelê, que conta a história de uma menina com cabelos cacheados que descobre através de um livro que seus cachos são um a herança africana. Em sala de aula as professoras juntamente com as crianças trabalharam o livro As Tranças de Bintou.

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A pequena Jhenifer Silveira Cardoso, 6 anos, somente através do que lhe foi ensinado na escola que ela pode conhecer um pouco mais da história. “Aprendi que as tranças são feitas com três fios de cabelo. A história da Lelê me mostrou que não importa como é o cabelo e nem a pessoa, o importante é respeitar as pessoas como elas são”, destacou a menina.


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