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Construção da Via Rápida está cerca de 10% adiantada, assegura presidente do Deinfra

Paulo Meller realizou mais uma reunião na tarde desta segunda-feira para apresentar o cronograma de andamento das obras

Por Redação Engeplus

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Foto: Fotos: Vanessa Amando

Como deve acontecer todo mês, nessa segunda-feira foi realizada mais uma reunião pelo Departamento Estadual de Infraestrutura (Deinfra) para apresentar o andamento das obras da Via Rápida, a qual ligará Criciúma a BR-101. A principal informação passada no encontro de hoje é que a construção está cerca de 10% adiantada em relação ao cronograma inicial, o qual estipula a conclusão das obras para o fim de 2015. O adiantamento se deve, principalmente, pelas boas condições no tempo desde o início das frentes de trabalho.

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Conforme o presidente do Deinfra, Paulo Meller, a Via Rápida é a primeira obra de acesso rápido em Santa Catarina sob o comando do Governo do Estado. Durante a reunião também foram apresentadas as diversas possibilidades de acesso (entrada e saída) das vias principais da cidade com a Via Rápida. No entanto, alguns pontos geraram dúvidas entre os presentes. Os principais questionamentos partiram dos representantes da Secretaria de Infraestrutura, Planejamento e Mobilidade Urbana de Criciúma.

"Faremos mais uma reunião entre prefeitura, Secretaria e Deinfra para discutir essas questões. O primeiro ponto é o entroncamento da Avenida Miguel Patricio de Souza com a Via Rápida, a fim de fazer um acesso mais rápido; outra questão é o viaduto na rua 400; há ainda o pedido de alargamento da Avenida Victalinio Scremin, a fim de ampliar o fluxo para dois sentidos, já que o projeto da obra apresenta somente um; por fim, sugerimos alterações na entrada e saída do bairro Cristo Redentor, para facilitar o trânsito local, assim como a saída de veículos pesados", esclarece o secretário da Pasta, André De Luca.

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Sobre as desapropriações de terras, Meller assegura que este ponto está quase 100% concluído. A equipe do Deinfra responsável pelas negociações estará em Criciúma nesta semana para tentar pela última vez fazer acordo com as famílias que ainda possuem terrenos onde passará a construção da Via Rápida. "Ainda falta desapropriar cerca de 30% do que era necessário. Nossa equipe negociará pela última vez, depois, abriremos processo judicial para os casos que restarem. Caso aconteça como nas demais desapropriações pelo estado, cerca de sete mil, a Justiça deve concluir os processos pendentes dentro de 10 a 30 dias", ressalta o presidente do Deinfra.

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