Consumidores da Celesc podem reduzir em até 25% o valor da conta de energia com a lei 14.300/22
Sem placas, instalações ou investimentos, o modelo tem conquistado pela eficiência
Por Redação Engeplus
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Você abriu a conta de luz esse mês e sentiu aquele aperto? Bandeira tarifária ativada, Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) ajustando as regras, e no fim do dia — é você quem paga a conta. Literalmente.
Mas tem gente que abriu a conta desse mesmo mês e pagou menos. Bem menos. Sem ter instalado nenhuma placa solar. Sem ter feito nenhuma obra. Sem ter assinado nenhum contrato cheio de letras miúdas.
Essa diferença tem nome: energia compartilhada!
E depois de 2022, com a Lei 14.300, ela deixou de ser privilégio de quem tem dinheiro pra investir e virou uma opção real pra qualquer pessoa, empresa ou comércio que gaste mais de R$ 180 por mês em energia.
O modelo já provou que funciona
Leanderson Vieira, especialista do setor explica. “Nos primeiros anos da Lei 14.300, muita gente ficou na dúvida, era tudo novo, diferente, e qualquer coisa diferente gera desconfiança, é compreensível. Mas 2024 e 2025 mudaram esse cenário completamente. O mercado amadureceu. As cooperativas consolidaram sua operação. Grandes redes de varejo, farmácias, restaurantes, indústrias e escritórios já operam com desconto há mais de dois anos e renovam mês a mês. Isso diz muito, e prova que o modelo é confiável. O que antes era novidade, hoje é escolha inteligente. E quem ainda não aderiu, está, na prática, pagando mais do que deveria", afirmou.
Como funciona a lei 14.300

Anterior a lei 14.300/22, era permitido apenas consumir energia da concessionária, ou de fontes geradas pelo titular das unidades consumidoras. Então ou você investia alto ou se mantinha na Celesc refém dos reajustes e vulnerável às bandeiras tarifárias.
Porém nem todos têm imóveis que comportam instalações de placas solares, como quem reside em apartamento, ou ainda, quem reside em imóvel alugado ou utilizam-se de salas comerciais. Para esses, não havia solução, a única saída era continuar na concessionária.
A 14.300/22 regulamentou e deu diretrizes à chamada Geração Distribuída, agora consumidores podem optar por outras fontes de energia, e isso sem qualquer alteração nas suas instalações elétricas e sem perder o suporte da própria Celesc.
Vieira, que atua na COGECOM, a pioneira no segmento no país, e já consolidada como uma das maiores instituições do setor, explica:
“A lógica é simples: nós geramos energia a partir de fontes renováveis (solar, eólica, biogás, hidroelétricas) e injetamos essa energia na rede da Concessionária, como a Celesc por exemplo. Essa geração é contabilizada como crédito e abatida diretamente na fatura de nossos cooperados. Você continua sendo atendido pela sua distribuidora — Celesc, RGE, COPEL, CPFL — sem nenhuma mudança na entrega de energia. Se cair a luz, você chama a Celesc. Se houver manutenção na rede, é responsabilidade da distribuidora. Nossa cooperativa atua apenas no fornecimento da energia, permitindo que você reduza o valor da sua conta de luz. A única diferença é que agora como cooperado nosso você passa a pagar de 15% a 25% menos em relação à Celesc, COPEL ou RGE.”
Ou seja, a cooperativa injeta a energia provinda de fontes renováveis derivadas de usinas próprias ou de fornecedores parceiros, fazem gestão junto à Celesc, e entrega na sua casa através da sua estrutura atual, sem qualquer alteração, por um custo até 25% menor. E o melhor, toda a infraestrutura ainda é de responsabilidade da Celesc, e você não paga nada a mais por isso.

Como saber se você tem o direito de pagar menos conta de energia
Se você é atendido pela Celesc, COPEL ou RGE, e gasta mais de R$ 180 por mês, certamente você estará apto.
Na prática o processo de adesão tem apenas quatro passos simples, sem taxa de adesão, sem custo de instalação e nenhum investimento inicial:
1. Cadastro gratuito: Envie sua fatura para o WhatsApp (48) 99625-6159, ou clique aqui, nesta etapa será realizada um estudo de viabilidade e uma projeção da sua economia, e você saberá qual será a sua economia média. Se aprovado, será solicitado os dados do titular da fatura e cadastrado a solicitação de adesão ao modelo.
2. Validação junto à Celesc — solicitamos à Celesc a inclusão da unidade consumidora em nossa base de cooperados.
3. Geração e compensação — a energia é produzida nas usinas cooperadas e injetada na rede.
4. Créditos na fatura — o valor gerado é abatido direto na conta, reduzindo o total a pagar.
O modelo está disponível tanto para empresas como para residências, sejam elas com titularidade inscrita em CPF ou CNPJ.
Se funciona, por que tanta gente ainda não aderiu?
Segundo Leanderson Vieira, a principal barreira não é técnica nem financeira. “É cultural. As pessoas acreditam que para economizar com energia precisam instalar placas solares ou fazer algum investimento. Quando descobrem que podem reduzir a conta sem obras, sem financiamentos e sem trocar nada na instalação elétrica, normalmente a primeira reação é de surpresa”, destacou. “Por isso sempre incentivamos que o consumidor faça uma análise gratuita da sua fatura. Em poucos minutos ele descobre quanto pode economizar e decide se faz sentido para ele”, acrescentou.
Ainda de acordo com Vieira, a divulgação do modelo e a experiência positiva dos consumidores têm impulsionado o crescimento da modalidade em todo o país.

“Na maioria das vezes, alguém entra por curiosidade, faz a adesão, acompanha as primeiras faturas e percebe que a economia realmente acontece. Depois disso, é comum indicar para familiares, amigos e colegas de trabalho. Afinal, quem não gostaria de pagar menos por algo que já precisa consumir todos os meses?”, questionou.
Vieira destaca que os benefícios são percebidos tanto por empresas quanto por consumidores residenciais. “Quanto maior o consumo, maior tende a ser a economia em valores absolutos. Tenho clientes do setor de alimentação que gastam cerca de R$ 5 mil por mês com energia elétrica e que economizaram mais de R$ 10 mil nesse último ano. Esse valor pode ser reinvestido no próprio negócio, na compra de equipamentos, geladeira, ar condicionados, melhorias na estrutura ou até mesmo no reforço do capital de giro”.
“Mas isso é proporcional para as residências também, embora o consumo de uma residência seja menor, seja R$ 600, R$ 700 ou mil reais por ano, qualquer economia no orçamento doméstico é bem-vinda, ainda mais quando se trata de energia elétrica, a qual dependemos dela".
Alguns números do setor


Utilizando a COGECOM como referência para entender um pouco mais o mercado:
A COGECOM atende hoje mais de 65 mil unidades consumidoras, com aproximadamente 500MW de potência instalada em usinas — é a maior Cooperativa de Geração Distribuída do Brasil.
Toda a energia compensada vem de fontes 100% renováveis: solar, eólica, biogás e hidrelétricas. Isso significa que, ao aderir, você neutraliza emissão de CO² sem mudar nada na sua rotina.
A COGECOM já neutralizou mais de 28 mil toneladas de CO² — o equivalente a plantar 1,4 milhão de árvores, retirar 14 mil carros das ruas por um ano, ou compensar toda a energia de quase 19 mil famílias brasileiras.
É sustentabilidade que não exige sacrifício. Pelo contrário: você economiza fazendo o bem. Grandes redes de vestuário, farmácias e fast food em nível nacional já são cooperadas. Em Criciúma e região, restaurantes, pizzarias e escritórios registram reduções acima de 25%.
O sistema é 100% regulamentado pela ANEEL e respaldado pela Lei 14.300/22 — não existe zona cinza aqui. E sobre ficar sem energia: não acontece. Sua distribuidora (CELESC, RGE, COPEL, CPFL) continua responsável pela entrega e manutenção da rede. A COGECOM só entra para gerar seu desconto.
Convite final
Vieira reflete sobre os valores. “Enquanto muitas pessoas continuam pagando o valor integral da conta de energia todos os meses, outras já descobriram uma forma legal, segura e regulamentada de pagar menos pela mesma energia. A pergunta não é mais se a geração distribuída funciona. A pergunta é: quanto você poderia estar economizando na sua próxima fatura? Te convido então a fazer parte dessa revolução na maneira de consumir energia. Consumo inteligente que une economia e responsabilidade social, sem um real de investimento. A análise é gratuita e leva apenas alguns minutos.”
Espero você no WhatsApp: (48) 99625-6159 ou pelo e-mail: leanderson.rosalino@cogecom.com.br.
A energia continuará chegando na sua casa da mesma forma. A única pergunta é: você continuará pagando o valor cheio por ela?




































