Corpo de
Corpo de Bombeiros cessa buscas a garoto
Por Redação Engeplus
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Forquilhinha - A equipe do Corpo de Bombeiros, que iniciou ontem os trabalhos de varredura, decidiu cessar as buscas ao adolescente Valcilei Rodrigues, no rio Mãe Luzia. Em uma extensão de 14 quilômetros, foram realizados durante cerca de oito horas trabalhos subaquáticos e de mergulho. A intenção agora é procurar vestígios do paradeiro do garoto por terra. Tanto os bombeiros como a Polícia Civil consideram a hipótese de que alguém possa ter sumido com o garoto e deixado suas vestes e sua bicicleta às margens do rio para despistar os policiais.
Segundo o primeiro-tenente do Corpo de Bombeiros de Criciúma, que comandou a operação, Aldrin Silva de Souza, foram realizados trabalhos minuciosos de mergulho em toda área do rio percorrido. "Não temos pistas nenhuma do garoto. Ninguém o viu. É complicado. As possibilidades são pequenas. Não temos a certeza de que ele esteve lá. Com algumas informações, realizaremos buscas próximo a sua residência", declara o tenente.
O delegado André Milanese, que está à frente do inquérito, ficou surpreso e disse não ter conhecimento de que os bombeiros já haviam cessado a varredura no primeiro dia de trabalho. "O combinado era que a varredura seria realizada em toda extensão do rio. Vou esperar o relatório da equipe. Ontem (quarta-feira) e hoje (ontem), eu com mais dois policiais realizamos trabalhos de verificação em dois poços de mina. Um no bairro São Sebastião e o outro na Mina União. Também verificamos um açude, onde os adolescentes costumam tomar banho. No começo buscas foram realizadas no local, pedirei uma outra minuciosa", diz o delegado, informando ainda que ontem ouviu dois amigos do adolescente. "Estamos sem informações concretas. Se ele tivesse se afogado nos poços ou seu corpo jogado no local, boiaria. Conversei hoje com um conhecido de Valcilei, um garoto de 16 anos que reside em Maracajá, e com o seu melhor amigo. O segundo disse que ficou com Valcilei até as 16 horas do dia do sumiço e depois não o viu mais. Todos os seus amigos já foram ouvidos". Segundo o delegado, o que eles têm são apenas boatos. Ele também não descarta a tese de que as roupas encontradas no rio possam ter sido colocadas por alguém. A comunidade oferece uma recompensa de R$ 1 mil para quem der pistas da localização do garoto.



