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Saúde

Aedes aegypti

Criciúma em estado de atenção

Em alguns municípios vizinhos a situação está se agravando

Por Redação Engeplus

2 min de leitura

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Foto: Divulgação

A eliminação e o cuidado com focos do mosquito causador da dengue, zyca vírus e febre chikungunya, no munícipio, foram temas de reunião na manhã desta quarta-feira, dia 20. No encontro, a Ouvidoria, a Vigilância em Saúde e a Defesa Civil, discutiram formas de minimizar os ricos de contaminação na cidade e também como conscientizar a população.

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Ontem a Diretoria de Vigilância Epidemiológica (Dive) de Santa Catarina confirmou mais três casos de dengue e quatro de zika vírus no Estado desde o começo do ano. A coordenadora Vigilância Epidemiológica, Rudnéia Recco, destaca a importância da prevenção.

“Em território catarinense 29 municípios têm classificação de estarem infestados pelo mosquito. O mais próximo de Criciúma é Passo de Torres, na divisa com o Rio Grande do Sul. A situação no município vizinho de Criciúma, Içara, é preocupante. Ainda não é considerado cidade infestada, mas o problema se agrava a cada dia, principalmente nas imediações do Bairro Liri, que faz limite com Criciúma", aponta.

Segundo ela, para que o mosquito não chegue até o território criciumense, a comunidade precisa estar envolvida e participar de ações de prevenção. "Estamos no período mais crítico na incidência do mosquito Aedes aegypti, até o mês de abril a atenção precisa ser reforçada. É nesse período o maior perigo de contaminação da dengue e demais doenças causadas pelo mosquito transmissor”, destaca a gerente.

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População precisa estar atenta e denunciar

O Governo de Criciúma, através das Vigilâncias Sanitária e Epidemiológica, Secretaria Municipal de Saúde, Defesa Civil, além de outros órgãos que compõem a Administração Municipal, faz ações diárias nos mais diversos cantos da cidade, mas a população precisa ser mais participativa. Ao constatar uma área irregular, que possa ter focos do mosquito, é preciso fazer a denúncia na Ouvidoria Municipal, pelo telefone 156.

(Colaboração/ Texto: Luana Mello/ Secom)

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