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Criciúma espera regularizar Zé Carlos até quarta-feira

Mudança no responsável pelo registro de atletas do Tigre atrasou regularização de Zé do Gol

Por Redação Engeplus

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Foto: Daniel Búrigo/Jornal da Manhã

A espera do Criciúma para regularizar Zé Carlos deve chegar ao fim nos próximos dias. Liberado pelo Al-Sharjah, dos Emirados Árabes, e com contrato assinado com o Criciúma até o final desta temporada o atacante deve ter o seu nome publicado no Boletim Informativo Diário (BID) da CBF em breve.

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O atraso na regularização de Zé Carlos aconteceu devido a uma mudança interna no departamento de futebol tricolor. “A situação do Zé Carlos é a seguinte: o Criciúma alterou o seu profissional responsável pelo TMS (Transfer Matching System). Antes era o Giuliano Bitencourt (supervisor de futebol) que fazia a transferência, agora sou. Levou uma semana para a Fifa analisar a documentação. Somente agora a Fifa aprovou a mudança no gerente de TMS do clube e liberou o acesso ao sistema”, explica o novo responsável pelo setor de registro de atletas do Criciúma, Antônio Sérgio Fernandes.

De acordo com Fernandes, o jogador deve ser regularizado até a próxima quarta-feira. “O Zé Carlos já foi liberado pelo clube árabe, toda a documentação para a transferência já foi reunida e encaminhada para a federação. Estamos apenas aguardando o nome do Zé Carlos ser publicado no BID (Boletim Informativo Diário) da CBF. Isso deve acontecer em no máximo três dias. Essa demora acontece pela diferença de fuso horário entre a Suíça, onde fica a sede da Fifa; os Emirados Árabes, último clube do Zé Carlos; e a CBF”, informa.

Transfer Matching System (TMS)

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O Transfer Matching System (TMS) foi implantado pela Fifa em 1º de outubro de 2010. O sistema on-line para a transferência internacional de jogadores é obrigatório e foi criado para organizar as transações e torná-las mais ágeis, além de transparentes.

Cada transferência necessita de mais de 30 informações diferentes, como detalhes sobre o jogador, os clubes, todos os pagamentos e valores, prazos, dados bancários e pagamentos da contribuição de solidariedade a clubes em que o jogador em questão tenha atuado anteriormente. Esses detalhes também precisam ser comprovados por cópias de documentos de identificação do jogador, pelo seu novo contrato de trabalho e pelo contrato de transferência entre o clube antigo e o clube novo.

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