Criciúma para
Criciúma para usar e presentear
Por Redação Engeplus
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Entre tantas barraquinhas de artesanato que ficam instaladas na praça Nereu Ramos, uma chama atenção por um aspecto particular e vender um produto ainda difícil de encontrar na cidade: souvenirs de Criciúma.
No maior estilo “Eu amo Criciúma”, a artesã gaúcha Sueli Bonetti, de 49 anos, produz bolsas e camisetas serigrafadas e ainda comercializa canecas de porcelana, chaveiros, abridores de garrafa e cortadores unha com estampas de pontos turísticos da cidade e fotografias que remetem à mineração. As fotografias que estampam seus produtos são feitas por ela.
“Sou gaúcha e fui criada no Paraná. Quando vim para Criciúma não encontrava lembranças da cidade para mandar para a família como presente, daí comecei a inventar. A coisa ficou mais séria em 2010 e comecei a aparecer na Festa das Etnias, agora venho todos os sábados para a praça e às vezes apareço nas quintas-feiras”, explica.
Para Sueli, os criciumenses precisam amar mais a cidade e ter orgulho de falar dela, leva-la consigo. “Quandos as pessoas viajam compram camisetas com os nomes das cidades, por que não fazer isso com Criciúma?”, reflete. Em sua barraca, há cabides, mesas e os produtos de cores variadas. Mas a pretensão de Sueli é expandir o negócio. Agora, ela pleiteia uma loja no aeroporto regional Diomício Freitas, em Forquilhinha, para ficar “na cara do gol” dos turistas que chegarem e dos criciumenses que forem pegar o avião por lá. De quebra, levarão Criciúma por aí, de presente.



