Votação
Criciúma participa de projeto Municípios Inovadores
Cidade está entre as 15 finalistas do Brasil na iniciativa
Por Redação Engeplus
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Destaque nacional devido ao programa que pretende recuperar o crédito tributário e aumentar a cobrança da Dívida Ativa, Criciúma está entre as 15 cidades brasileiras finalistas do projeto Municípios Inovadores (Municiência). Até a próxima quarta-feira, dia 25, a população pode votar na iniciativa criciumense através da internet.
De acordo com o prefeito de Criciúma, Márcio Búrigo, o projeto que chamou a atenção da Confederação Nacional dos Municípios (CNM) contribui para a captação de recursos para a cidade. “Com aumento dos recursos, mais investimentos são realizados. Nosso programa serve de exemplo para muitas cidades brasileiras. Ficamos contentes com a classificação para a etapa final do Municiência e contamos com o apoio da população para vencer”, ressalta.
Criciúma é a única representante de Santa Catarina no Municiência, que passou por diversas etapas para análise dos benefícios obtidos na gestão pública municipal - o resultado final é obtido através de votação popular.
Como votar
Para votar no projeto desenvolvido pela Secretaria da Fazenda de Criciúma e contribuir para que a cidade seja reconhecida no Seminário Nacional da CNM, programado para dezembro, basta obter um e-mail, acessar o sitewww.municiencia.cnm.org.br, clicar na seção “Votação Nacional” e escolher a iniciativa de Criciúma.
Após selecioná-la, o cidadão deve inserir o endereço de correio eletrônico para que o link de confirmação de voto seja encaminhado para o e-mail. Para confirmar o voto e finalizar o processo, é necessário clicar no link enviado via e-mail de quem está votando.
Municípios Inovadores
O Municiência é uma iniciativa da CNM que pretende analisar, identificar, promover e compartilhar experiências executadas por prefeitos do país. As ideias contribuem para a melhoria da gestão municipal. “Sabemos que essa iniciativa e o nosso projeto podem auxiliar os mais de cinco mil municípios do Brasil na cobrança da Dívida Ativa”, finaliza Búrigo.
(Coaboração/Texto: Jhulian Pereira/Secom)



