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Derrota tricolor

Criciúma perde em casa e decepciona a torcida

Mesmo com o Heriberto Hülse repleto de torcedores, Tigre não conseguiu superar o Vitória

Por Redação Engeplus

4 min de leitura

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Foto: Cyntia Amorim

O Criciúma decepcionou a torcida carvoeira na noite desta terça-feira. Mesmo com o apoio do público recorde nesta temporada - mais de 14 mil carvoeiros - o Criciúma não conseguiu superar o Vitória. O Tigre levou dois gols na primeira etapa, lutou e conseguiu o empate no segundo tempo, mas sofreu o terceiro gol nos minutos finais da partida disputada no estádio Heriberto Hülse.

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Sem somar pontos na derrota por 3 a 2, e com um jogo a menos, o Tigre segue com 32 pontos, e vê o pelotão da frente se afastar e os times integrantes do Z-4 se aproximarem perigosamente.

O jogo

A partida começou em ritmo intenso. Logo aos dois minutos, boa parte da torcida tricolor ainda se acomodava na arquibancada quando o time visitante abriu o placar. Depois de cruzamento na área, a defesa do Tigre vacilou e Rhayner chutou duas vezes para mandar a bola de encontro à rede. Mesmo saindo atrás, o Criciúma não se intimidou e, empurrado pela torcida, no minuto seguinte chegou próximo do empate, com Lucca cruzando rasteiro e Jefferson chutando sobre a trave. Aos 13, em cobrança de falta, Jonas mandou no ângulo e goleiro do Vitória espalmou a bola. Cinco minutos depois, em contra-ataque rápido, Rhayner rolou para David, que chutou para a defesa de Luiz.

O Criciúma voltou ao ataque aos 24 minutos, após cruzamento de Natan, Neto Baiano se atirou de carrinho na bola e Gatito Fernández evitou o gol. Dez minutos mais tarde, Neto Baiano chutou da entrada da área e o goleiro defendeu firme. Aos 39, foi à vez de Marcão arriscar de longe e colocar Gatito Fernández para trabalhar. Quando a partida se encaminhava para o final, em novo contragolpe, Diego Mateus avançou em velocidade e tocou para Rhayner ampliar o marcador. A desvantagem fez alguns torcedores protestarem e ensaiarem vaias.

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O Tigre voltou para a etapa final disposto a empatar a partida. Aos 7, Lucca recebeu na entrada da área e desperdiçou boa chance, chutando forte rente a trave. Cinco minutos depois, Róger Guedes tentou cruzar da ponta direita, e a bola desviou em Diego Renan antes de morrer no ângulo. O gol animou a torcida, que transformou o estádio em um caldeirão, e no minuto seguinte Róger Guedes, por muito pouco não igualou placar, chutando da entrada da área.

Aos 19, o Vitória voltou a levar perigo à meta tricolor. Após boa jogada de David, Rafaelson recebeu na cara de Luiz, que operou o milagre e salvou o Tigre. Nos minutos seguintes, com o apoio da torcida, o time carvoeiro igualou o placar. Depois de cobrança de escanteio de Lucca, Wanderson testou certeiro e fez a festa da galera tricolor, aos 28 minutos. Quando o Tigre lutava para virar o placar, Marcão foi expulso e dificultou as coisas. Nos minutos finais da partida, Vander acertou um bonito chute e garantiu os três pontos para o Vitória e jogou um balde de água fria na torcida tricolor. Mesmo com a derrota, muitos torcedores aplaudiram a atuação do Tigre.

O próximo compromisso do time carvoeiro será neste sábado. O Criciúma enfrenta o Macaé, às 21 horas, no estádio Cláudio Moacyr, em Macaé (RJ). O jogo é válido pela 25ª rodada da Série B do Campeonato Brasileiro.

Ficha técnica: Criciúma 2 x 3 Vitória

Local: Estádio Heriberto Hülse
Público: 14.041
Renda: R$ 137 mil
Arbitragem: Vinicius Goncalves Dias Araújo (SP/CBF-3), auxiliado por Daniel Cotrim de Carvalho (PR/CBF-1) e Diogo Morais (PR/CBF-1)
Cartões amarelos: Natan e Marcão (Criciúma); Guilherme Mattis, David, Diego Renan, Rafaelson, Rhayner, Amaral e Euller (Vitória)
Cartão vermelho: Marcão (Criciúma)
Gols: Rhayner, aos 2’, aos 44’ do 1ºT, Vander, aos 41’ do 2ºT (Vitória); Róger Guedes, aos 12’, Wanderson, aos 28’ do 2º T (Criciúma)

Criciúma
Luiz; Jonas (Maicon Silva), Wanderson, Willian Rocha e Guilherme Santos; Wellington, Marcão e Natan (Dodi); Lucca, Neto Baiano e Jefferson (Róger Guedes)
Técnico: Petkovic

Vitória
Gatito Fernández; Diogo Mateus, Guilherme Mattis, Ramon e Diego Renan; Amaral, Flávio (Euller), Pedro Ken (Jorge Wagner) e David (Vander); Rhayner e Rafaelson
Técnico: Vagner Mancini

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